segunda-feira, 23 de novembro de 2009
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Antes da dívida temos direitos |
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
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Manifestação de universitários: perto de 4.000 alunos exigiram mais investimento do Governo |
Perto de 4.000 estudantes do ensino superior público manifestaram-se, hoje, em Lisboa. Os universitários de todo o País exigem do Governo mais acção social, melhores bolsas de estudo e investimento em infra-estruturas.
Atribuição de bolsas
A crise está aí e afecta muitas famílias, cujos filhos agora precisam de ajuda. Daí a vontade de mais e m
elhores contas nas atribuições de bolsas.Os estudantes caminharam desde a Alameda da Universidade ao Ministério do Ensino Superior para serem ouvidos, mais uma vez, por um ministro que não lhes resolve as preocupações.
Passados quatro anos e meio, os estudantes agora dizem: “Basta Gago”. Querem que o ministro e o Governo invistam, sem medos, na Educação universitária.
http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/Manifestacao+de+universitarios+perto+de+4000+alunos+exigiram+mais+investimento+do+Governo.htm
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
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Calendário Eleitoral - AAUTAD |
Data limite de Entrega de Listas 27 de Novembro
Abertura e Validação de Listas Concorrentes 27 de Novembro
Inicio da Campanha Eleitoral 2 de Dezembro
Acto Eleitoral 15 de Dezembro
PROCESSO DE ENTREGA DE LISTA;
Documentação necessária- Identificação de Mandatário da Lista;
-Programa de Actividades;
-Termo de Aceitação de Candidatura de todos os elementos da lista;
-Fotocopia do Bilhete de Identidade de todos os elementos da lista;
-Fotocopia do comprovativo de Matricula de todos os elementos da lista;
- Fotocópia do cartão de sócio da AAUTAD de todos os elementos da lista;
Entrega de Candidaturas
As candidaturas deverão ser entregues na Sede da Associação Académica da UTAD, em envelope fechado, dirigido ao presidente da Comissão Eleitoral da AAUTAD, até às17h30 do dia 27 de Novembro, data a ser confirmada pelo registo de correspondência da AAUTAD.
Abertura e Validação das Candidaturas
As candidaturas entregues dentro do prazo serão abertas pelo Presidente da Comissão Eleitoral da AAUTAD, no dia 27 de Novembro pelas 21h00, na Sede da Associação Académica da UTAD, na presença dos mandatários das respectivas listas.
As Listas serão, ou não, declaradas válidas pelo Presidente da Comissão Eleitoral daAAUTAD.
Considera-se período de reclamação as 24h seguintes à abertura das listas.
NOTA: Os termos de aceitação de candidatura e o documento para identificação do mandatário estão disponíveis na sede da AAUTAD. De acordo com os Estatutos da AAUTAD, caso concorram mais de duas listas e nenhuma delas possa ser considerada vencedora nos termos do ponto quatro do artigo72º, realizar-se-á uma segunda volta no dia 17 de Dezembro, à qual concorrerá apenas as duas listas mais votadas, sem que haja lugar a nova campanha eleitoral. 14 de Novembro de 2009
João Magalhães
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Sessão Esclarecimento: "Juntos pelo Ensino Superior" |
Dia 16 de Novembro pelas 22h15, Sessão Esclarecimento: "Juntos pelo Ensino Superior", no Auditório do Pedrinhas (por cima da AAUTAD) .
sábado, 14 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
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Iniciativa - Juntos pelo Ensino Superior |
As Associações abaixo-assinadas, movidas pela causa Juntos pelo Ensino Superior, decidiram promover na próxima terça-feira, 17 de Novembro, uma iniciativa conjunta com vista à defesa de uma Acção Social mais justa, de um maior investimento no Ensino Superior que concretize a vontade dos estudantes de terem um Ensino Superior de Qualidade, factor fundamental para o desenvolvimento do país.
Concentrados pelas 15h00 na Alameda da Cidade Universitária, os estudantes marcharão até ao Palácio das Laranjeiras, sede do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em demonstração do sentimento e da vontade de estarem juntos pelo Ensino Superior de Qualidade.
Associação Académica de Coimbra
Associação Académica da universidade de Aveiro
Associação Académica da Universidade de Évora
Associação Académica da Universidade de Lisboa
Associação Académica da Universidade do Minho
Associação Académica da Universidade de Trás-os-montes e Alto Douro
Associação dos Estudantes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNL
Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico
Os alunos da UTAD que queiram participar nesta iniciativa deverão inscrever-se na sede da AAUTAD, na segunda-feira, dia 16. A partida está marcada para terça-feira, por volta das sete horas.
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6 Motivos para aderir a Marcha dia 17 de Novembro |
Em tempos recentes, vimos assistindo à descaracterização da função social do ensino superior, com a desresponsabilização do Estado relativamente ao seu papel de garante das premissas constitucionais no que toca ao ensino. Na conjuntura que atravessa o país no presente momento, a importância do papel social do Estado revela-se mais pertinente do que nunca.
As propinas, instituídas em 1991 por Cavaco Silva, actual Presidente da República, são, nestes tempos de crise, um muro a impedir que muitos continuem a frequentar a Faculdade: não podemos aceitar que estudar seja um luxo ao alcance de quem o pode pagar: aprender é um Direito, só assim será Universal, e só assim alcançaremos uma verdadeira Democracia aprofundada. As propinas em Portugal são já das mais caras da União Europeia. A Acção Social Escolar é manifestamente insuficiente, e nem sempre atribui apoios aos que mais precisam.
2º Porquê a realidade social e económica reflecte-se na vida dos estudantes.
Com efeito, considerada a extinção massiva de postos de trabalho e as dificuldades crescentes que atravessam as famílias portuguesas, é cada vez mais difícil às famílias dos estudantes suportar esta sobrecarga orçamental, num complicado exercício de substituição das competências basilares do Estado nesta matéria. Inevitavelmente, são muitos os estudantes que se vêem obrigados a abandonar a faculdade, já não por razões de insucesso, mas por incapacidade financeira para suportar as várias despesas inerentes: propinas, deslocações, alojamento, materiais pedagógicos, entre outras.
3º Porquê os empréstimos e os "trabalhos" precários não são a solução.
Paralelamente, outros estudantes são remetidos para situações de precaridade, recorrendo a formas alternativas de financiamento, tanto legais como ilegais, ou simplesmente abdicando de algumas necessidades básicas (alimentação, vestuário, alojamento, etc.), para garantir a sua continuidade no ensino superior, e ao fazê-lo, fragilizando o seu potencial de aproveitamento académico.
Para se desresponsabilizar, o Governo criou os empréstimos, que mais não são que uma forma de financiamento da banca e endividamento dos estudantes, que no fim do curso serão confrontados com o desemprego (que já atinge 50.000 licenciados).
4º Porquê o Processo de Bolonha não responde as necessidades dos estudantes.
Com o Processo de Bolonha, as práticas de trabalho académicas converteram-se em práticas de Liceu, sem horizontes que confiram aos licenciados actuais mais competências do que meia licenciatura «à moda antiga».
A nova divisão em ciclos reduz as possibilidades e qualidade da formação. Os novos «licenciados» serão lançados para o mercado de trabalho como mão-de-obra desqualificada, ou prosseguirão os estudos sem qualquer apoio, confrontados com propinas de milhares de euros, num processo que, pelo crescente valor das propinas, agrava a elitização do ensino.
5º Porquê o RJIES diminui a democracia.
O RJIES afasta os estudantes dos órgãos de decisão das instituições e introduz «entidades de reconhecido mérito exteriores às universidades»: abre-se a porta da gestão das Universidades às empresas, permitindo contaminar o mundo académico
com o seu interesse, que é, todos sabemos, a obtenção de lucro. A promiscuidade entre os interesses dos grandes grupos económicos e o serviço público é alarmante, e corre-se o risco de, em breve, as Universidades serem «hipermercados de mão-de-obra» e não um espaço de aquisição de conhecimentos. Está em causa a função social do Ensino Superior Público.
6ª Porquê o governo não pode fugir as suas responsabilidades.
O Orçamento de Estado para 2009 espelhou a asfixia a que o está votando o governo, empurrando-o para a mercantilização selvagem: o corte orçamental é real. Há um grave desinvestimento no Ensino Universitário e Politécnico (menos 11,6 % que em 2005), no que diz respeito às transferências para instituições de Ensino Superior Público. A Acção Social Escolar recebe menos 29,35% que em 2005. A par disto, é constituído um fundo concorrencial de quase 30 milhões de euros para que as instituições compitam entre si, favorecendo as que se tornam fundações ou criam consórcios. A estratégia de chantagem é explícita e obscena, revelando a vontade do governo de se desresponsabilizar pelo Ensino Superior.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
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Associação Académica da Universidade do Minho participa na marcha de protesto pelo ensino superior |
A decisão foi ontem aprovada por maioria em reunião geral de alunos. O presidente da Associação Académica da Universidade do Minho, Pedro Soares disse à Universitária que, com esta manifestação, se pretende deixar clara a posição dos estudantes quanto às políticas para o ensino superior.
Para além da marcha de protesto em Lisboa, entre a Cidade Universitária e o ministério da ciência, tecnologia e ensino superior, a AAUM vai realizar, também terça-feira, acções de sensibilização dentro dos Campus de Gualtar e Azurém, juntos dos estudantes da UM que decidirem permanecer no Minho. Para hoje está prevista uma nova reunião entre associações académicas de todo o país, tendo em vista a adesão de mais academias à manifestação do próximo dia 17 de Novembro. Por enquanto Minho, Lisboa e Coimbra vão "marchar" pelo ensino superior. In RUM
Continuamos a aguardar por uma tomada de posição por parte da AAUTAD...
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
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Blog oficial da "Marcha pelo Ensino Superior" |
http://marchapeloensinosuperior.blogspot.com o blog oficial da "Marcha pelo Ensino Superior"
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
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Marcha pelo Ensino Superior| 17 de Novembro |
Terá inicio na Cidade Universitária e terminará no Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
A Marcha surge pela urgente necessidade de mais financiamento para o Ensino Superior e pelo reforço da Acção Social.
Cada dia que passa aumentam as reivindicações dos estudantes em todo mundo. Desde de Bolonha ao RJIES, a passar pelas Propinas, Acção Social e os sucessivos cortes orçamentais, os estudantes estão cada vez mais descontentes com o rumo que o Ensino está a tomar.
Em Portugal, a Acção Social é mais uma vez tema de noticias (ver aqui o JN). Face a crise económica e social sentida em todo o mundo, cada vez mais estudantes tem de recorrer a este apoio para poder continuar os seus estudos.
É urgente um intervenção activa por parte do Governo Português.
Mas esta acção não pode ser a sua desresponsabilização, como acontece actualmente com o incentivo aos emprestimos bancários e a "empregos" precários dentro das Instituiçõe de Ensino. Estas medidas não são a solução.
O endividamento dos estudantes aumenta em paralelo com as dificuldades de empregabilidade.
"Quando se reforça o apoio que já está a ser dado ou se ajuda um aluno que nem sequer está abrangido pela bolsa, não se está a dar nada a que o aluno não tenha direito"(Amadeu Cardoso, responsável pela Acção Social da Universidade do Algarve)
domingo, 8 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
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Bolonha for Students |
Bolonha for Students é um software de gestão pessoal para estudantes do ensino superior.
O software é de download gratuito e procura dar apoio para uma maior autonomia e gestão pessoal do percurso académico.
Lá podes encontrar uma série de ferramentas de apoio como por exemplo, fazer a gestão de agenda, de referências bibliográficas, de contactos, do curso e unidades curriculares, do curriculum vitae, entre outras coisas.
Sabe mais aqui http://www.bologna4s.eu
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Coimbra aprova marcha pelo ensino superior |
Na Assembleia Magna (AM) desta quarta-feira aprovou-se a moção de marcha pelo ensino superior, no próximo dia 17 de Novembro, entre a Cidade Universidade e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Com a certeza de que a manutenção do ministro Mariano Gago à frente do ministério que tutela o ensino superior significa “continuidade nas políticas seguidas”, nas palavras do presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC), Jorge Serrote, a unidade de opiniões marcou a discussão da análise da situação política e acções a desenvolver.
Recordando os principais problemas do ensino superior (ausência de financiamento, acção social, Regime Jurídico para as Instituições de Ensino Superior, Processo de Bolonha), o presidente da direcção-geral propôs a Marcha pelo Ensino Superior para dia 17 de Novembro entre a Cidade Universitária e o ministério.
“Nada de novo se espera deste governo”, criticou Sílvia Franklin, da Faculdade de Ciências e Tecnologia. A estudante apresentou uma moção dividida em três pontos, incluindo a realização de uma campanha com início do dia 10 de Novembro num encontro nos Jardins da AAC (ponto um), divulgação por flyers e sessões de financiamento e manifestação local no dia 17 de Novembro (ponto dois) e a realização de uma Assembleia Magna nesse mesmo dia (ponto três).
Na hora de votação, foi aprovada a ida a Lisboa (em alternativa ao ponto dois da moção de Silvia Franklin) e o ponto um da moção da estudante da faculdade de ciências.
Na questão da realização de uma Assembleia Magna de balanço da manifestação na capital, ficou acordado que a reunião seria no dia 18 de Novembro.
Outras moções aprovadas
Alertando para o “período desesperante de espera pelas bolsas” e para a “degradação das residências”, o estudante de Direito Hugo Figueiredo propôs uma reunião entre os serviços de acção social e a direcção-geral, sendo que esta moção também colheu luz verde.
Também aprovada por larga maioria foi a moção que prevê a realização de Reuniões Gerais de Alunos em todas as faculdades e departamentos até dia 18 deste mês, proposta por Henrique Paranhos, da faculdade de ciências. “O investimento do ensino superior não tem sido uma prioridade do governo”, acusou.
Finalmente, a proposta de Hugo Ferreira, de Direito, também teve a maioria de votos a favor. Ficou estabelecida a realização de uma plataforma de debate, definida nos termos que a DG/AAC entender.
Durante a discussão dos pontos dois e três desta AM, foram vários os intervenientes que apelaram à acção. “Não devemos dar tréguas ao ministro”, sentenciou André Rodrigues, de Letras.
No mesmo sentido, o estudante de Letras Manuel Afonso defendeu “uma mobilização construída com uma perspectiva de vitória”. “As grandes manifestações foram gente, com radicalidade, contundência e inteligência”, acrescentou.
Também Fabian Figueiredo salientou a “necessidade de criar uma linha de continuidade para que o ensino superior não caia em desgraça”.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
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TuTRA em cena com "To die for" |
Sinopse:"To die for" é um projecto performatico onde recorrendo a técnicas de teatro derivadas do Método de Stanislavski, se procura desconstruir personagens quotidianas e criar cenas espelho onde o importante não é a história, mas o que lhe dá o motivo para existir."
Uma co-Producção: Tutra e WhatTheHell
Direcção, concepção e imagem: Tiago Ramos
Figurinos: TUTRA
Performers:António Alberto; Catarina Cunha; Marta Estrócio; Paula Rios; Raquel Gonçalves; Rafael Gomes; Rosa Monteiro
Voz off:Cristobal Zacalusni; Manuel Gomes
Duração: aprox. 45 minutos
Idade: maiores de 16 anos
In AAUTAD


