quarta-feira, 24 de novembro de 2010
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100% de adesão na Escola Superior de Educação de Coimbra |
A AE ESEC informa que a escola se encontra encerrada devido à greve geral. 100% de adesão na ESEC.
in AE ESEC
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Recorde «histórico» de adesão na Universidade do Algarve |
Segundo Paulo Sá, a adesão foi «dez vezes superior» à que tem sido registada em anteriores greves, de tal maneira que não houve aulas nos dois campus da Universidade.
Também se registou uma forte participação na greve por parte dos funcionários administrativos e outros da UAlg, tendo os bares estado fechados.
À porta do Campus de Gambelas esteve um piquete de greve, de onde saiu uma moção pedindo ao reitor que acelere o processo de avaliação dos professores da UAlg, de modo a que possa ter lugar antes da entrada em vigor do congelamento de salários na função pública.
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PSP pressiona piquete de greve de colectivo de estudantes da FCSH - Lisboa |

in Precários Inflexíveis (foto de Fábio Salgado)
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Os alunos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa juntam-se à Greve Geral |
Hoje, 24 de Novembro, a greve é geral!
A greve é uma respostas colectiva aos problemas de todos. Ninguém pode mudar sozinho. Hoje não há aulas - não fures a greve!
Estudantes, Funcionários e Professores: todos somos vítimas dos sucessivos PEC's e das políticas de austeridade que nos estão a cortar a vida. E juntamo-nos porque queremos dizer que já basta!
Decreto-lei 70/2010 - Rejeitamos etse decreto-lei que vem impor cortes em todas as prestações sociais. Também os estudantes vão sofrer com ele: estima-se que mais de 20 mil alunos percam a bolsa.
Cerca de 30% dos trabalhadores do nosso país são precários. A instabilidade laboral afecta substancialmente os mais jovens, mas já é um plano global. Professores, funcionários, jornalistas, enfermeiros, bancários, são as vítimas dos recibos verdes, contractos a termo pelas empresas de trabalho temporário.
A subida do IVA nos produtos de primeira necessidade afectar sobretudo aqueles que já recebem menos e que já têm mais dificuldades.
As propinas estão hoje mais altas do que sempre, enquanto a acão social escolar e o financiamento diminui a olhos vistos. Hoje, há mais de 12 mil estudantes que fizeram empréstimos para estudar, entrando no mercado de trabalho e sem garantias, já endividados.
Por estas razões, e como votado em RGA, os alunos e alunas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa mobilizam-se e juntam-se à Greve Geral.
in Indymedia
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Decreto-lei 70/2010 não deverá ser revogado |
Na passada quarta-feira, 17, cerca de 3500 estudantes de Coimbra deslocaram-se a Lisboa para exigir a revogação inequívoca do polémico decreto-lei 70/2010. Já na capital, juntaram-se a colegas dos vários cantos do país para protestar contra as medidas do Ministério da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior. Chegados à Assembleia da República (AR), os dirigentes associativos foram recebidos pelas várias bancadas parlamentares. No final da conversa, os dirigentes receberam a garantia de que as suas preocupações iriam ser discutidas em plenário da AR, a 9 de Dezembro.
No entanto a manifestação corre o risco de ter sido infrutífera visto que já houve uma proposta do Bloco de Esquerda (BE) para revogar o decreto-lei, mas foi chumbada pela maioria composta pelo Partido Socialista (PS) e pelo Partido Social Democrata (PSD), com o Partido Popular (PP) a abster-se. Quando confrontada com os potenciais efeitos do protesto, Paula Barros, deputada do PS, fecha a porta à revogação e afirma que “neste momento a revogação seria mais prejudicial do que benéfica”. “Provavelmente há algumas questões que possam ser revistas”, ressalva a deputada, “mas o decreto está em vigor e deve ser o guia orientador”.
O deputado social-democrata Pedro Rodrigues justificou o voto não favorável à revogação considerando que o seu partido não deve acompanhar o BE “na demagogia que tem feito nessa matéria”. No entanto Pedro Rodrigues sustenta que se deve “ponderar todas as matérias com precaução e calma e no momento certo tomar a posição devida”. Michael Seufert, deputado pelo PP, declara que apesar da abstenção na votação, “a questão que trouxe os estudantes à rua, o decreto, é justa e é uma questão que o Partido Popular acompanhou e continuará a acompanhar”.
O presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Coimbra (AEESEC), João Morgado garante que, como medida de pressão, os alunos da ESEC vão interpor uma providência cautelar no Tribunal Administrativo para reparar o uso da receita das propinas, principalmente no Instituto Politécnico de Coimbra. Com esta medida pretendem pressionar “as instituições a falar para a opinião pública dos problemas graves de financiamento que estão a existir”.
O deputado do BE José Soeiro revela que a sua bancada parlamentar voltará a apresentar a proposta de revogação do decreto-lei e, também no dia 9, o Parlamento irá discutir um projecto lei do BE sobre o novo regime de atribuição de bolsas. Quem também votou favoravelmente à revogação do decreto-lei foi o Partido Comunista Português (PCP). O deputado comunista Miguel Tiago observa “um grande descontentamento justificado por parte dos estudantes” devido ao que afirma ser a “destruição do ensino superior público”. Miguel Tiago encara a anulação do documento como sendo “necessária”.
José Luís Ferreira do Partido Ecologista “Os Verdes” lamenta ainda não ter tido oportunidade de reunir com os estudantes, mas pretende marcar uma reunião numa data próxima.
Por Camilo Soldado in A Cabra
terça-feira, 23 de novembro de 2010
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Assembleia Geral 25/11/10 - Convocatória |
Ponto 1: Eleição dos Candidatos a Membros da Comissão Eleitoral
Ponto 2: Outros Assuntos
Se à hora indicada não houver quórum, a Assembleia Geral iniciar-se-á meia hora depois com os presentes.
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
(André Pimentel Barbosa)
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Apelo à Greve dos Estudantes a 24 de Novembro |
Contra toda esta austeridade hipócrita foi convocada uma Greve Geral para dia 24 de Novembro. Mas esta greve geral não deve ser só para os trabalhadores, pois não são só eles que são afectados por estas medidas. Também nós, estudantes, somos afectados (e de que maneira!) directa e indirectamente.
O Ensino está cada vez mais caro - não só pela subida de propinas e dos preços dos vários serviços, mas também pela diminuição da acção social, que deveria permitir que toda a gente frequentasse o Ensino, independentemente de qualquer factor financeiro. Isto já se vê nos vários níveis de ensino:
- no Secundário, o Governo prepara-se para cortar as contribuições para os passes de transportes públicos, e a privatização das escolas originará certamente o aumento dos preços dos vários serviços.
- no Superior, as propinas sobem cada vez mais e, ao mesmo tempo, há cada vez menos acção social - milhares de estudantes perderam, este ano, bolsas de estudo, e deixarão de estudar por isso.
Há cada vez menos dinheiro para o Ensino, o que se traduz em piores condições materiais e humanas em todos os níveis de Ensino.
PORQUE NÃO HÁ DINHEIRO PARA A EDUCAÇÃO, QUANDO SE GASTAM MILHÕES A AJUDAR OS BANCOS E A FINANCIAR GUERRAS?
Há cada vez menos condições para os professores, tanto no básico, como no secundário, como no superior. Aulas de Substituição e Planos de Recuperação (no Secundário), remunerações desadequadas, uma enorme carga horária e montes de burocracia sobrecarregam as vidas dos professores.
SE OS PROFESSORES NÃO ESTÃO SATISFEITOS, COMO PODEMOS TER UM ENSINO DE QUALIDADE?
Todos os anos, as famílias compram livros para os filhos, gastando muitas vezes centenas de euros e desferindo um rude golpe ao meio ambiente, quando os livros poderiam ser reaproveitados de ano para ano.
ONDE ESTÁ A GRATUITIDADE DO ENSINO? E A RESPONSABILIDADE ECOLÓGICA?
O desemprego nos jovens atinge os 20% e, dos trabalhos que há, 9 em cada 10 são precários.
QUE FUTURO ESTÁ A SER PREPARADO PARA NÓS?
Um ataque tão feroz e tão geral só pode ser combatido por toda a gente que está a ser afectada, UNIDA.
Os problemas do Ensino Superior também interessam aos Estudantes do Secundário, pois somos nós que lá vamos estar daqui a uns anos. E os problemas dos trabalhadores também interessam aos estudantes no geral, pois nós seremos os trabalhadores de amanhã!
Apenas uma resposta conjunta a estes ataques pode conduzir a uma vitória. Lutemos, juntos!
por Francisco Norega in Indymedia
domingo, 21 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
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"Os jovens estão desesperados e vão começar a insurgir-se" |
O protesto dos universitários contra os cortes na atribuição das bolsas pode inaugurar um novo ciclo de insurreição dos jovens, avisa o sociólogo Elísio Estanque

Se os jovens que saem das universidades continuarem a defrontar-se com a precariedade laboral, marcada pelos contratos a termo e pelos recibos verdes, o mais certo é que protestos como a recente invasão do call center do BES, em Lisboa, se propaguem e radicalizem. Quem avisa é o sociólogo Elísio Estanque - co-autor da investigação Do activismo à indiferença - Movimentos estudantis em Coimbra - a propósito da manifestação dos estudantes universitários portugueses que protestam hoje, em Lisboa, contra as alterações nos critérios de atribuição das bolsas de estudo. Os universitários alegam que, por causa dos cortes, milhares de estudantes vão ser forçados a abandonar a universidade. O sociólogo lembra a propósito que as questões financeiras foram o gatilho para a onda de protestos dos anos 1990 e sustenta que podemos estar na antecâmara de um novo ciclo de insurreição da juventude. Apesar disso, não antevê que se repitam em Portugal rebeliões de massa ou sequer a violência que, noutros países europeus, colocou os jovens na dianteira dos protestos contra as medidas de austeridade dos governos.
Por que é que, em Portugal, os protestos dos estudantes são tão ordeiros, sem a violência que vimos ainda há dias em Inglaterra, França e Grécia?
Uma das explicações tem que ver com o crescimento muito acelerado do sistema de ensino em Portugal, que levou a que, num período curto, tivessem entrado na universidade jovens oriundos das classes trabalhadoras e das classes média e média baixa. Um estudo que fizemos há pouco tempo em Coimbra mostrou que à volta de 30 por cento dos jovens universitários eram filhos da classe trabalhadora. Os constrangimentos económicos e também culturais das famílias de onde os jovens são oriundos levantam barreiras à compreensão do que se passa no mundo, porque, quanto maior a escassez de recursos, maior é a pressão familiar para que os estudantes aproveitem o tempo em que estão deslocados e, portanto, a pagar rendas e a contribuir para aumentar as despesas do orçamento familiar. Isso, associado a um panorama mais geral de um certo desinteresse das camadas mais jovens pelas questões públicas, contribui para reduzir os níveis de participação pública da nossa juventude.
Haverá também algum fenómeno de contaminação? Esta espécie de conformação social não é exclusiva dos jovens.
Não é exclusiva dos jovens mas, se pensarmos nas grandes viragens políticas do mundo ocidental a partir dos anos 60, foi a juventude que apareceu em pleno como grande protagonista, uma espécie de super sujeito quase a querer substituir o velho operariado enquanto protagonista das viragens político-culturais. Aí, a juventude afirmou-se como uma espécie de vanguarda capaz de tomar a dianteira e de impor uma vontade colectiva no sentido de obrigar à abertura das instituições e de promover o aprofundamento da democracia. Os movimentos dos anos 60 e do Maio de 68 em França simbolizam essa pressão enorme por parte da juventude e foram a apoteose para a afirmação de um novo actor colectivo: a juventude escolarizada.
Em França continua a ser a juventude a liderar os protestos, mesmo quando o que está em causa são medidas como o adiamento da idade da reforma, que não os toca de forma imediata.
Em França, onde há quatro ou cinco anos houve aquele ciclo de violência urbana com jovens dos bairros periféricos e das minorias étnicas, os protestos também decorrem do contexto cultural e das tensões de índole racial e étnica que são delicadas de gerir. O povo português tende a ser mais passivo e a estar sob influência de uma certa cultura de resignação e de aceitação das dificuldades. Isso é algo que é ancestral e que foi inculcado através dos séculos por acção de uma lógica muito patriarcal, tutelar e paternalista, em que a própria Igreja Católica teve alguma influência, já para não falar do Estado Novo, que levou esta situação até ao extremo. Portanto, o facto de os jovens portugueses habitualmente não se rebelarem de forma tão intensa e tão radical, como acontece noutros países mais desenvolvidos, terá porventura que ver com a dimensão da escolarização no nível superior que, em França, é muito maior, começou muito mais cedo e, portanto, a familiarização da juventude com as questões científicas, culturais e políticas está muito mais consolidada. Em Portugal, apenas 11 a 12 por cento da população em idade activa tem formação superior, e, mesmo nas faixas etárias abaixo dos 34 anos, os nossos valores de presença de jovens na universidade são ainda dos mais baixos da Europa. Por outro lado, ao contrário do que aconteceu com a geração rebelde nos anos 60, os apelos do consumo, das actividades lúdicas e das ocupações do tempo livre são muito mais despolitizados, muito mais fora de uma certa cultura de irreverência que existia na época em que a universidade era bem mais elitista do que hoje.
As ferramentas que, como o Facebook, estão largamente disseminadas não ajudam a mobilizar os jovens para as causas?
As redes sociais e a Internet não podem de maneira nenhuma ser ignoradas porque têm e vão continuar a ter um papel decisivo na construção de redes de insurreição da juventude. A questão é que os jovens continuam numa fase de grande desinteresse e cepticismo relativamente à vida pública e à vida política. Agora, isso não quer dizer que os jovens fiquem indiferentes quando se sentem directamente atingidos. Viu-se, por exemplo, que a última onda de contestação nas universidades portuguesas deu-se nos anos 90, quando foram introduzidas as propinas. Portanto, quando a questão económica se torna mais patente, os jovens acabam por participar mais. As manifestações de hoje também têm que ver com as alterações nos critérios de atribuição das bolsas de estudo, portanto, mais uma vez são as questões económicas, só que agora num enquadramento de crise e num momento em que a própria indiferença e o próprio individualismo e o próprio consumismo atingiram um ponto de exaustão. Daqui para a frente não se pode ir mais fundo e, como a sociedade funciona por ciclos e os movimentos sociais também funcionam por ciclos, acredito que poderemos assistir nos próximos anos a um revigoramento das formas de participação juvenil em diversas dimensões da vida pública.
Estamos à beira de um momento de viragem?
As viragens na época que estamos a viver nunca são repentinas. Penso é que poderá haver vários momentos, várias situações que até podem ser passageiras e que não serão certamente linearmente cumulativas, no sentido de se esperar que venha a haver uma grande rebelião de massas, como nos anos 60. Hoje tudo se dilui muito rapidamente, e os protestos tendem a ser muito mais momentâneos. Há dias, aqueles jovens dos precários [Precários Inflexíveis] invadiram simbolicamente o call center do BES, em Lisboa, e eu acredito que iniciativas deste tipo vão começar a propagar-se e a ter um impacto maior, porque os jovens começam a ficar desesperados e, se não virem uma luz ao fundo do túnel, vão começar a insurgir-se. Os que entraram no mercado de trabalho na última década estão, na sua larga maioria, em situação precária, com contratos a termo certo, em regime de recibos verdes, numa relação muito pontual com o mercado de emprego, o que revela uma situação de autoritarismo, por um lado, e de grande dependência por parte de quem necessita de um emprego, seja ele qual for, e que tem que estar disponível para tudo, até para aceitar estágios e trabalhos praticamente a custo zero, na esperança de que isso venha a entreabrir uma porta para o emprego. Se este panorama geral não for invertido, acredito que situações como a invasão do call center do BES vão propagar-se.
Acredita que esse extravasar de raiva possa acontecer mesmo num país em que uma greve geral se convoca com um mês e meio de antecedência?
Somos ordeiros e - a não ser em períodos extraordinários como o 25 de Abril e, antes disso, a 1.ª República - pouco dados a revoltas espontâneas radicais, mas não acho que seja de excluir que elas possam acontecer. Não sabemos ainda o que é que poderá seguir-se em termos do efeito que esta greve geral pode ter. A agitação e a instabilidade ainda não se propagaram muito para o campo social e, não querendo ser alarmista, há um certo recalcamento do descontentamento social que tem que se manifestar de alguma maneira. Sobre isto queria lembrar que estas manifestações de descontentamento mais ou menos programadas a prazo, se vierem a ter uma boa adesão, o natural é que inibam outro tipo de reacções mais violentas e mais radicais. Habitualmente, alguns comentadores exageram nos juízos que fazem relativamente a iniciativas deste tipo e acusam os sindicatos de todas as coisas maléficas. Enquanto sociólogo, quero sublinhar que as sociedades, sistemas onde a ordem e o caos convivem permanentemente, têm necessidade de se fazer ouvir. Quando os partidos, os governos, os parlamentos não cumprem aquilo que deveriam cumprir em termos do mandato que recebem dos cidadãos, é natural que o descontentamento venha ao de cima e, numa sociedade democrática, esse descontentamento tem todo o direito de se fazer ouvir.
por Natália Faria in Público
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Eleições para a Comissão Eleitoral e Órgãos Sociais da AAUTAD |
| Entrega de Candidaturas | 24 de Novembro |
| Abertura e Validação de Candidatos | 24 de Novembro |
| Acto Eleitoral | 25 de Novembro |
Documentação Necessária
- Termo de Aceitação de Candidatura;
- Fotocopia de Bilhete de Identidade;
- Fotocopia do Comprovativo de Matrícula;
- Fotocopia do Cartão de Sócio da AAUTAD;
Entrega de Candidaturas
As Candidaturas deverão ser entregues na Sede da AAUTAD, em envelope fechado, dirigido ao Presidente da Comissão Eleitoral, ate às 17h:30m do dia 24 de Novembro de 2010, data a ser confirmada pelo registo de correspondência da AAUTAD.
Abertura e Validação das Candidaturas
As candidaturas entregues dentro de prazo serão abertas pelo Presidente da Comissão Eleitoral da AAUTAD, no dia 24 de Novembro de 2010pelas 21h00, na Sede da AAUTAD, na presença dos eventuais candidatos.
Órgãos Sociais
| Inicio de Entrega de Candidaturas | 12 de Novembro |
| Data Limite de Entrega de Listas | 30 de Novembro |
| Abertura e Validação de Candidatos | 30 de Novembro |
| Inicio de Campanha | 2 de Dezembro (24 horas) |
| Fim de campanha | 12 de Dezembro (24 horas) |
| Acto Eleitoral | 14 de Dezembro |
Documentação Necessária
- Identificação do Mandatário de Lista;
- Programa de Actividades;
- Termo de Aceitação de Candidatura de Todos os Elementos de Lista;
- Fotocopia de Bilhete de Identidade de Todos os Elementos de Lista;
- Fotocopia do Comprovativo de Matrícula de Todos os Elementos de Lista;
- Fotocopia do Cartão de Sócio da AAUTAD de Todos os Elementos de Lista;
Entrega de Candidaturas
As Candidaturas deverão ser entregues na Sede da AAUTAD, em envelope fechado, dirigido ao Presidente da Comissão Eleitoral, ate às 17h:30m do dia 30 de Novembro de 2010, data a ser confirmada pelo registo de correspondência da AAUTAD.
Abertura e Validação das Candidaturas
As candidaturas entregues dentro de prazo serão abertas pelo Presidente da Comissão Eleitoral da AAUTAD, no dia 30 de Novembro de 2010pelas 21h00, na Sede da AAUTAD, na presença dos mandatários das respectivas listas.
Nota:
Os Termos de Aceitação de Candidatura e o documento para identificação do mandatário estão disponíveis na Sede da AAUTAD.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
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Moção de Solidariedade com a Greve Geral aprovada em Assembleia Geral |
MOÇÃO
No próximo dia 24 de Novembro, as duas grandes centrais sindicais convocam uma greve geral como resposta às novas medidas de austeridade. Tendo em conta que:
- o financiamento do Ensino Superior tem sido cada vez mais suportado pelos estudantes, o que torna cada vez mais difícil o acesso aos estudos;
- a maioria dos jovens recém-licenciados têm vínculos laborais precários
- já mais de 12 mil estudantes tiveram de recorrer a um empréstimo bancário para financiar os estudos, entrando para o mercado de trabalho já endividados;
- o número de estudantes-trabalhadores tem vindo a aumentar, porque é cada vez mais difícil pagar os estudos;
- os estudantes do Ensino Superior vão ser grandemente afectados por estas novas medidas de austeridade no âmbito dos sucessivos PECs – que são os alvos da denúncia e crítica desta greve geral, nomeadamente através do decreto-lei 70/2010 que recalcula as prestações sociais e que retirará a bolsa da Acção Social Escolar a milhares de estudantes,
Os estudantes da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro reunidos hoje em Assembleia Geral, solidarizam-se activamente com a Greve Geral de dia 24 de Novembro, através de um comunicado às direcções sindicais e à imprensa, em nome da AAUTAD a solidarizar-se com a Greve Geral.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
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HOJE: Assembleia Geral Extraordinária |
Nos termos da Lei e de acordo com o artigo 35º, n.º1, alínea a) dos estatutos da Associação Académica da UTAD, venho por este meio convocar uma Assembleia Geral extraordinária que terá lugar na Aula Magna, pelas 21h00 do dia 11 de Novembro de 2010, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto 1 : Apreciação e votação da Proposta de Estatutos da Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Ponto 2: Apreciação e votação do regulamento eleitoral
Se à hora indicada não houver quórum, a Assembleia Geral iniciar-se-á meia hora depois de acordo com o artigo175, ponto 3 do código civil.
A proposta de novos estatutos esta disponível na página de internet www.aautad.pt
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
terça-feira, 9 de novembro de 2010
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17 de Novembro |
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Assembleia Geral 11/11/10 - Convocatória |
Nos termos da Lei e de acordo com o artigo 35º, n.º1, alínea a) dos estatutos da Associação Académica da UTAD, venho por este meio convocar uma Assembleia Geral extraordinária que terá lugar na Aula Magna, pelas 21h00 do dia 11 de Novembro de 2010, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto 1 : Apreciação e votação da Proposta de Estatutos da Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Ponto 2: Apreciação e votação do regulamento eleitoral
Se à hora indicada não houver quórum, a Assembleia Geral iniciar-se-á meia hora depois de acordo com o artigo175, ponto 3 do código civil.
A proposta de novos estatutos esta disponível na página de internet www.aautad.pt
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
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Assembleia Geral 13/10/10 - Convocatória |
Nos termos da Lei, e de acordo com o artigo 35, nº1, alínea e) dos estatutos da Associação Académica da UTAD, venho por este meio convocar uma Assembleia Geral Extraordinária, que terá lugar na Aula Magna, pelas 21:00h do dia 13 de Outubro de 2010, com a seguinte ordem de trabalhos: Ponto único: Actual situação das bolsas de Acção Social. Se à hora indicada não houver quórum, a Assembleia Geral Extraordinária iniciar-se-á meia hora depois com o número de membros presentes. Vila Real, 8 de Outubro 2010 O Presidente da Mesa de Assembleia Geral André Barbosa


