segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Antes da dívida temos direitos

A petição para exigir os direitos dos trabalhadores a recibos verdes relativamente à Segurança Social está lançada!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

MUTAD no UTAD.tv

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Listagens de Atribuição de Bolsas 18/11/2009

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in SASUTAD

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Hoje | debate: Acção Social


Convidados Participantes

Dra. Elsa Justino (Administradora SASUTAD)
Dr. Joaquim Pereira ( Bolsas/ Alojamento )
André Pinho (Comissão Residentes Além Rio)
Joel Benitez (Comissão Residentes Codeçais/R6)

Hora: Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009 16:15
Local: Auditório do Cifop

Manifestação de universitários: perto de 4.000 alunos exigiram mais investimento do Governo

Perto de 4.000 estudantes do ensino superior público manifestaram-se, hoje, em Lisboa. Os universitários de todo o País exigem do Governo mais acção social, melhores bolsas de estudo e investimento em infra-estruturas.
Do Minho, de Trás-os-Montes, de Coimbra, de Évora, de Aveiro e de Lisboa, as exigências são as mesmas. As queixas são diversas. Desde o protocolo de Bolonha ao pagamento de propinas. Dinheiro que os estudantes dizem não estar a ser utilizado em prol da educação universitária.

Atribuição de bolsas

A crise está aí e afecta muitas famílias, cujos filhos agora precisam de ajuda. Daí a vontade de mais e melhores contas nas atribuições de bolsas.

Os estudantes caminharam desde a Alameda da Universidade ao Ministério do Ensino Superior para serem ouvidos, mais uma vez, por um ministro que não lhes resolve as preocupações.

Passados quatro anos e meio, os estudantes agora dizem: “Basta Gago”. Querem que o ministro e o Governo invistam, sem medos, na Educação universitária.



http://sic.sapo.pt/online/noticias/pais/Manifestacao+de+universitarios+perto+de+4000+alunos+exigiram+mais+investimento+do+Governo.htm

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Calendário Eleitoral - AAUTAD



Data limite de Entrega de Listas 27 de Novembro

Abertura e Validação de Listas Concorrentes 27 de Novembro

Inicio da Campanha Eleitoral 2 de Dezembro

Acto Eleitoral 15 de Dezembro


PROCESSO DE ENTREGA DE LISTA;

Documentação necessária- Identificação de Mandatário da Lista;

-Programa de Actividades;

-Termo de Aceitação de Candidatura de todos os elementos da lista;

-Fotocopia do Bilhete de Identidade de todos os elementos da lista;

-Fotocopia do comprovativo de Matricula de todos os elementos da lista;

- Fotocópia do cartão de sócio da AAUTAD de todos os elementos da lista;

Entrega de Candidaturas

As candidaturas deverão ser entregues na Sede da Associação Académica da UTAD, em envelope fechado, dirigido ao presidente da Comissão Eleitoral da AAUTAD, até às17h30 do dia 27 de Novembro, data a ser confirmada pelo registo de correspondência da AAUTAD.


Abertura e Validação das Candidaturas

As candidaturas entregues dentro do prazo serão abertas pelo Presidente da Comissão Eleitoral da AAUTAD, no dia 27 de Novembro pelas 21h00, na Sede da Associação Académica da UTAD, na presença dos mandatários das respectivas listas.

As Listas serão, ou não, declaradas válidas pelo Presidente da Comissão Eleitoral daAAUTAD.

Considera-se período de reclamação as 24h seguintes à abertura das listas.

NOTA: Os termos de aceitação de candidatura e o documento para identificação do mandatário estão disponíveis na sede da AAUTAD. De acordo com os Estatutos da AAUTAD, caso concorram mais de duas listas e nenhuma delas possa ser considerada vencedora nos termos do ponto quatro do artigo72º, realizar-se-á uma segunda volta no dia 17 de Dezembro, à qual concorrerá apenas as duas listas mais votadas, sem que haja lugar a nova campanha eleitoral. 14 de Novembro de 2009

Presidente da Mesa da Assembleia Geral da AAUTAD
João Magalhães

in AAUTAD

Sessão Esclarecimento: "Juntos pelo Ensino Superior"

Dia 16 de Novembro pelas 22h15, Sessão Esclarecimento: "Juntos pelo Ensino Superior", no Auditório do Pedrinhas (por cima da AAUTAD) .

sábado, 14 de novembro de 2009

Listagens de Atribuição de Bolsas 10/11/2009

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in SASUTAD

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Iniciativa - Juntos pelo Ensino Superior



As Associações abaixo-assinadas, movidas pela causa Juntos pelo Ensino Superior, decidiram promover na próxima terça-feira, 17 de Novembro, uma iniciativa conjunta com vista à defesa de uma Acção Social mais justa, de um maior investimento no Ensino Superior que concretize a vontade dos estudantes de terem um Ensino Superior de Qualidade, factor fundamental para o desenvolvimento do país.

Concentrados pelas 15h00 na Alameda da Cidade Universitária, os estudantes marcharão até ao Palácio das Laranjeiras, sede do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em demonstração do sentimento e da vontade de estarem juntos pelo Ensino Superior de Qualidade.

Associação Académica de Coimbra
Associação Académica da universidade de Aveiro
Associação Académica da Universidade de Évora
Associação Académica da Universidade de Lisboa
Associação Académica da Universidade do Minho
Associação Académica da Universidade de Trás-os-montes e Alto Douro
Associação dos Estudantes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNL
Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico


Os alunos da UTAD que queiram participar nesta iniciativa deverão inscrever-se na sede da AAUTAD, na segunda-feira, dia 16. A partida está marcada para terça-feira, por volta das sete horas.

6 Motivos para aderir a Marcha dia 17 de Novembro

1º Porquê segundo o artigo 74º da Constituição da República Portuguesa, o ensino superior deve ser "universal, público e progressivamente gratuito".

Em tempos recentes, vimos assistindo à descaracterização da função social do ensino superior, com a desresponsabilização do Estado relativamente ao seu papel de garante das premissas constitucionais no que toca ao ensino. Na conjuntura que atravessa o país no presente momento, a importância do papel social do Estado revela-se mais pertinente do que nunca.
As propinas, instituídas em 1991 por Cavaco Silva, actual Presidente da República, são, nestes tempos de crise, um muro a impedir que muitos continuem a frequentar a Faculdade: não podemos aceitar que estudar seja um luxo ao alcance de quem o pode pagar: aprender é um Direito, só assim será Universal, e só assim alcançaremos uma verdadeira Democracia aprofundada. As propinas em Portugal são já das mais caras da União Europeia. A Acção Social Escolar é manifestamente insuficiente, e nem sempre atribui apoios aos que mais precisam.

2º Porquê a realidade social e económica reflecte-se na vida dos estudantes.

Com efeito, considerada a extinção massiva de postos de trabalho e as dificuldades crescentes que atravessam as famílias portuguesas, é cada vez mais difícil às famílias dos estudantes suportar esta sobrecarga orçamental, num complicado exercício de substituição das competências basilares do Estado nesta matéria. Inevitavelmente, são muitos os estudantes que se vêem obrigados a abandonar a faculdade, já não por razões de insucesso, mas por incapacidade financeira para suportar as várias despesas inerentes: propinas, deslocações, alojamento, materiais pedagógicos, entre outras.

3º Porquê os empréstimos e os "trabalhos" precários não são a solução.

Paralelamente, outros estudantes são remetidos para situações de precaridade, recorrendo a formas alternativas de financiamento, tanto legais como ilegais, ou simplesmente abdicando de algumas necessidades básicas (alimentação, vestuário, alojamento, etc.), para garantir a sua continuidade no ensino superior, e ao fazê-lo, fragilizando o seu potencial de aproveitamento académico.
Para se desresponsabilizar, o Governo criou os empréstimos, que mais não são que uma forma de financiamento da banca e endividamento dos estudantes, que no fim do curso serão confrontados com o desemprego (que já atinge 50.000 licenciados).

4º Porquê o Processo de Bolonha não responde as necessidades dos estudantes.

Com o Processo de Bolonha, as práticas de trabalho académicas converteram-se em práticas de Liceu, sem horizontes que confiram aos licenciados actuais mais competências do que meia licenciatura «à moda antiga».
A nova divisão em ciclos reduz as possibilidades e qualidade da formação. Os novos «licenciados» serão lançados para o mercado de trabalho como mão-de-obra desqualificada, ou prosseguirão os estudos sem qualquer apoio, confrontados com propinas de milhares de euros, num processo que, pelo crescente valor das propinas, agrava a elitização do ensino.

5º Porquê o RJIES diminui a democracia.

O RJIES afasta os estudantes dos órgãos de decisão das instituições e introduz «entidades de reconhecido mérito exteriores às universidades»: abre-se a porta da gestão das Universidades às empresas, permitindo contaminar o mundo académico
com o seu interesse, que é, todos sabemos, a obtenção de lucro. A promiscuidade entre os interesses dos grandes grupos económicos e o serviço público é alarmante, e corre-se o risco de, em breve, as Universidades serem «hipermercados de mão-de-obra» e não um espaço de aquisição de conhecimentos. Está em causa a função social do Ensino Superior Público.


6ª Porquê o governo não pode fugir as suas responsabilidades.

O Orçamento de Estado para 2009 espelhou a asfixia a que o está votando o governo, empurrando-o para a mercantilização selvagem: o corte orçamental é real. Há um grave desinvestimento no Ensino Universitário e Politécnico (menos 11,6 % que em 2005), no que diz respeito às transferências para instituições de Ensino Superior Público. A Acção Social Escolar recebe menos 29,35% que em 2005. A par disto, é constituído um fundo concorrencial de quase 30 milhões de euros para que as instituições compitam entre si, favorecendo as que se tornam fundações ou criam consórcios. A estratégia de chantagem é explícita e obscena, revelando a vontade do governo de se desresponsabilizar pelo Ensino Superior.



É urgente lutar por um Ensino Superior empenhado na formação integral do indivíduo e no progresso do país.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Associação Académica da Universidade do Minho participa na marcha de protesto pelo ensino superior

A Associação Académica da Universidade do Minho participa, na próxima terça-feira, na marcha de protesto pelo ensino superior, numa iniciativa a que se juntam, também, as Associações Académicas da Universidade de Lisboa e Coimbra.

A decisão foi ontem aprovada por maioria em reunião geral de alunos. O presidente da Associação Académica da Universidade do Minho, Pedro Soares disse à Universitária que, com esta manifestação, se pretende deixar clara a posição dos estudantes quanto às políticas para o ensino superior.

Para além da marcha de protesto em Lisboa, entre a Cidade Universitária e o ministério da ciência, tecnologia e ensino superior, a AAUM vai realizar, também terça-feira, acções de sensibilização dentro dos Campus de Gualtar e Azurém, juntos dos estudantes da UM que decidirem permanecer no Minho. Para hoje está prevista uma nova reunião entre associações académicas de todo o país, tendo em vista a adesão de mais academias à manifestação do próximo dia 17 de Novembro. Por enquanto Minho, Lisboa e Coimbra vão "marchar" pelo ensino superior. In RUM

Continuamos a aguardar por uma tomada de posição por parte da AAUTAD...

Dia 17 de Novembro manifesta-te!

Clica nas imagens para aumentar...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Vídeo Sobre a Marcha pelo Ensino Superior

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Blog oficial da "Marcha pelo Ensino Superior"

http://marchapeloensinosuperior.blogspot.com o blog oficial da "Marcha pelo Ensino Superior"

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Marcha pelo Ensino Superior| 17 de Novembro

A Marcha pelo Ensino Superior, realiza-se no dia 17 de Novembro (Terça-feira).

Terá inicio na Cidade Universitária e terminará no Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

A Marcha surge pela urgente necessidade de mais financiamento para o Ensino Superior e pelo reforço da Acção Social.

Cada dia que passa aumentam as reivindicações dos estudantes em todo mundo. Desde de Bolonha ao RJIES, a passar pelas Propinas, Acção Social e os sucessivos cortes orçamentais, os estudantes estão cada vez mais descontentes com o rumo que o Ensino está a tomar.

Em Portugal, a Acção Social é mais uma vez tema de noticias (ver aqui o JN). Face a crise económica e social sentida em todo o mundo, cada vez mais estudantes tem de recorrer a este apoio para poder continuar os seus estudos.

É urgente um intervenção activa por parte do Governo Português.

Mas esta acção não pode ser a sua desresponsabilização, como acontece actualmente com o incentivo aos emprestimos bancários e a "empregos" precários dentro das Instituiçõe de Ensino. Estas medidas não são a solução.

O endividamento dos estudantes aumenta em paralelo com as dificuldades de empregabilidade.

"Quando se reforça o apoio que já está a ser dado ou se ajuda um aluno que nem sequer está abrangido pela bolsa, não se está a dar nada a que o aluno não tenha direito"(Amadeu Cardoso, responsável pela Acção Social da Universidade do Algarve)



Por isso, dia 17 de Novembro junta-te à Marcha pelo Ensino Superior.



domingo, 8 de novembro de 2009

Listagens de Atribuição de Bolsas 30/10/2009

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in SASUTAD

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Bolonha for Students

Bolonha for Students é um software de gestão pessoal para estudantes do ensino superior.

O software é de download gratuito e procura dar apoio para uma maior autonomia e gestão pessoal do percurso académico.

Lá podes encontrar uma série de ferramentas de apoio como por exemplo, fazer a gestão de agenda, de referências bibliográficas, de contactos, do curso e unidades curriculares, do curriculum vitae, entre outras coisas.

Sabe mais aqui http://www.bologna4s.eu

Coimbra aprova marcha pelo ensino superior

Na Assembleia Magna (AM) desta quarta-feira aprovou-se a moção de marcha pelo ensino superior, no próximo dia 17 de Novembro, entre a Cidade Universidade e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

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Com a certeza de que a manutenção do ministro Mariano Gago à frente do ministério que tutela o ensino superior significa “continuidade nas políticas seguidas”, nas palavras do presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC), Jorge Serrote, a unidade de opiniões marcou a discussão da análise da situação política e acções a desenvolver.

Recordando os principais problemas do ensino superior (ausência de financiamento, acção social, Regime Jurídico para as Instituições de Ensino Superior, Processo de Bolonha), o presidente da direcção-geral propôs a Marcha pelo Ensino Superior para dia 17 de Novembro entre a Cidade Universitária e o ministério.

“Nada de novo se espera deste governo”, criticou Sílvia Franklin, da Faculdade de Ciências e Tecnologia. A estudante apresentou uma moção dividida em três pontos, incluindo a realização de uma campanha com início do dia 10 de Novembro num encontro nos Jardins da AAC (ponto um), divulgação por flyers e sessões de financiamento e manifestação local no dia 17 de Novembro (ponto dois) e a realização de uma Assembleia Magna nesse mesmo dia (ponto três).

Na hora de votação, foi aprovada a ida a Lisboa (em alternativa ao ponto dois da moção de Silvia Franklin) e o ponto um da moção da estudante da faculdade de ciências.

Na questão da realização de uma Assembleia Magna de balanço da manifestação na capital, ficou acordado que a reunião seria no dia 18 de Novembro.

Outras moções aprovadas

Alertando para o “período desesperante de espera pelas bolsas” e para a “degradação das residências”, o estudante de Direito Hugo Figueiredo propôs uma reunião entre os serviços de acção social e a direcção-geral, sendo que esta moção também colheu luz verde.

Também aprovada por larga maioria foi a moção que prevê a realização de Reuniões Gerais de Alunos em todas as faculdades e departamentos até dia 18 deste mês, proposta por Henrique Paranhos, da faculdade de ciências. “O investimento do ensino superior não tem sido uma prioridade do governo”, acusou.

Finalmente, a proposta de Hugo Ferreira, de Direito, também teve a maioria de votos a favor. Ficou estabelecida a realização de uma plataforma de debate, definida nos termos que a DG/AAC entender.

Durante a discussão dos pontos dois e três desta AM, foram vários os intervenientes que apelaram à acção. “Não devemos dar tréguas ao ministro”, sentenciou André Rodrigues, de Letras.

No mesmo sentido, o estudante de Letras Manuel Afonso defendeu “uma mobilização construída com uma perspectiva de vitória”. “As grandes manifestações foram gente, com radicalidade, contundência e inteligência”, acrescentou.

Também Fabian Figueiredo salientou a “necessidade de criar uma linha de continuidade para que o ensino superior não caia em desgraça”.


Noticia por Catarina Domingos in A CAbra.net

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

TuTRA em cena com "To die for"


O TuTRA, Teatro Universitário de Trás-os-Montes e Alto Douro vai apresentar esta semana, nos dias 5 e 6 de Novembro, no pequeno auditório do Teatro de Vila Real, às 21H30, o espectáculo "To die for", um projecto que une textos de Caryl Churchill e Sarah Khane, na primeira parte, e na segunda parte apresenta "Du bist die Liebe meines Lebens" (tu és o amor da minha vida). A AAUTAD recomenda fortemente este espectáculo co-produzido pelo TuTRA e que conta com a participação de vários estudantes desta academia.

Sinopse:"To die for" é um projecto performatico onde recorrendo a técnicas de teatro derivadas do Método de Stanislavski, se procura desconstruir personagens quotidianas e criar cenas espelho onde o importante não é a história, mas o que lhe dá o motivo para existir."

Uma co-Producção: Tutra e WhatTheHell

Direcção, concepção e imagem: Tiago Ramos

Figurinos: TUTRA

Performers:António Alberto; Catarina Cunha; Marta Estrócio; Paula Rios; Raquel Gonçalves; Rafael Gomes; Rosa Monteiro

Voz off:Cristobal Zacalusni; Manuel Gomes

Duração: aprox. 45 minutos

Idade: maiores de 16 anos

In AAUTAD




sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Dica - Como redireccionar o Recibo da Bolsa para os vossos mails

És daqueles(as) que não consegues usar o mail da utad por te perderes no meio daquele correio todo e desesperas a tentar encontrar o recibo da bolsa? Então, temos a solução para ti. Sem custos adicionais nem portes de envio basta seguires estas instruções para redireccionar os mails referentes à bolsa para um outro endereço electrónico à tua escolha.

1º Abre a tua conta Home Live da Utad

2º Clica em Opções.



3º Clica em Forward your mail using Inbox rules



4º Clica em Novo



5 º Selecciona Foi recebida de... em Quando a mensagem for recebida e:





6º Em Destinatários da mensagem: escreve bolsassas@utad.pt

7º Selecciona Redireccionar a mensagem para... em Proceda da seguinte forma:



8º Em Destinatários da mensagem: escreve o teu endereço electrónico

9º Podes fazer o mesmo processo se quiseres redireccionar outros mails como por exemplo o da Assembleia Geral de Alunos da UTAD: agaautad@utad.pt


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Secretaria da UTAD põe alunos à beira de um ataque de nervos

" Atrasos na disponibilização de documentos e na actualização do lançamento das notas, falta de formação e até "arrogância" no atendimento, são algumas das inúmeras problemáticas apontadas por vários estudantes da UTAD sobre o funcionamento dos Serviços Académicos. A generalização da insatisfação estudantil é tal que a própria Associação Académica está a preparar um inquérito para, em breve, tomar um posição oficial perante a reitoria."

In Expresso

Nenhuma destas problemáticas são novas para os estudantes da UTAD. Muitas delas se arrastam há anos sem qualquer acção por parte da Directora dos Serviços Académicos.
Mas não é só a actualização do lançamento das notas ou a falta de formação das funcionárias, existe ainda a questão da falta de comunicação interna entre os órgãos da UTAD, nomeadamente o GIASA e os Serviços Financeiros. Estes últimos estão na base de outra questão que tem impedido alguns alunos de se matricularem no novo ano lectivo.
A falta de comunicação entre estas duas estruturas leva a que muitos alunos fiquem impedidos de se matricular por terem propinas em atraso quando na realidade não as têm.
Do mesmo modo a falta de comunicação entre os GIASA e a Secretaria leva a que muito alunos se encontrem inscritos em unidades curriculares nas quais não se inscreveram ou o inverso.
Há muito que é necessária uma acção sobre os Serviços Académicos, e sobre as próprias funcionárias que muitas das vezes dão informações erradas ou inventam decretos-lei para justificar uma resposta que desconhecem.
Como se diz entre os alunos da UTAD "a resolução de um problema depende sempre de quem apanharmos."

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Listagens de Atribuição de Bolsas 23/10/2009

Após a afixação do resultado da candidatura à bolsa de estudo, e caso esta tenha sido deferida, os SASUTAD vão proceder ao seu depósito, prescindindo-se de outras formalidades, nomeadamente da assinatura dos recibos ou de outro documento similar, como estava inicialmente previsto ou como era habitual em anos lectivos anteriores


Os recibos mensais da bolsa de estudo continuam a ser enviados para o e-mail de estudante alXXXXX@utad.eu.


LISTAGEM DE PROCESSOS ESTUDADOS

Os processos de candidatura a benefícios sociais constantes das listagens anexas encontram-se estudados. Podem ou não estar deferidos. Estando deferidos, indica que são bolseiros. Não estando deferidos, a razão do indeferimento é mencionada.

Os recibos dos bolseiros podem ser consultados no e-mail de estudante alXXXXX@utad.eu.

A bolsa de estudo vai ser processada brevemente, e regularmente paga nos meses seguintes, por transferência bancária.

Por imposição legal, não é possível efectuar o desconto de propinas ou de alojamento (caso esteja alojado em residência universitária). A regularização desses compromissos deverá ocorrer nos prazos previstos nos respectivos regulamentos: As propinas, nos prazos estipulados pela UTAD; o alojamento, mensalmente, até ao dia 8 de cada mês.

LISTAGEM DE ALUNOS SEM DOCUMENTOS ANEXOS/NIB:

  • Declaração de Honra/Matrícula 2009/2010

  • Nota de Liquidação do IRS 2008 / documento comprovativo da não entrega do IRS 2008 / Isenção

Informam-se os senhores estudantes constantes da listagem anexa, que o processamento de dados fica bloqueado se os documentos acima referidos não forem entregues nos SASUTAD.

Paralelamente deverá consultar a listagem de processos estudados e verificar se tem outros documentos em falta, para além dos acima referidos, ou se a bolsa de estudo se encontra deferida.


» Listagem de Alunos sem Documentos Anexos - 23-10-2009

» Listagem de Alunos sem NIB - 23-10-2009


in SASUTAD

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Estudantes de Enfermagem e a integração na AAUTAD




Sessão Esclarecimento relativamente ao caso da integração dos Estudantes de Enfermagem na Associação Académica de Trás-os-Montes e Alto Douro (AAUTAD).

Convidados Participantes:
Jorge Araújo (Estudante de Enfermagem, 4º ano)
Fernando Lopes (Associação de Estudantes de Enfermagem)
Luís de Matos (Presidente da AAUTAD)
Representante da Reitoria

Data: Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Hora: 18:05 - 19:30
Local: Auditório da Escola Superior de Enfermagem


AVISO- Continuação dos Trabalhos da RGA de 15 de Outubro

No seguimento de um requerimento apresentado à Mesa da Assembleia Geral (MAG), a Assembleia Geral decidiu a suspensão da Reunião Geral de Alunos (RGA) do passado dia 15 de Outubro que teve início às 20:30h e suspensão às 22:00h do mesmo dia.

Por este motivo, venho por este meio informar todos os membros, que a Assembleia Geral do dia 15 de Outubro de 2009, retomará a RGA no dia 20 de Outubro pelas 20H30 na Aula Magna, com a mesma ordem de trabalhos.

Os documentos apresentados até ao momento à MAG, estão disponíveis para consulta no sítio da Internet da MAG em: http://home.utad.pt/~agaautad/

Vila Real, 18 de Outubro de 2009.

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral, João Teixeira

domingo, 18 de outubro de 2009

Moções Apresentadas na RGA de Quinta-feira

O MUTAD entregou na passada Quinta-feira duas moções (ver aqui -1 e 2) à mesa da Assembleia que não foram entretanto apresentadas devido a suspensão da mesma.

A Assembleia foi suspensa por requerimento a solicitar 72 horas para analise da legalidade da proposta (ver aqui) e a legislação aplicável.

Resumidamente a proposta versa sobre duas questões:

- A maioria qualificada necessária para fazer aprovar uma revisão estatutária.
- O quórum necessário para que a reunião que possa alterar os estatutos exista.




sexta-feira, 16 de outubro de 2009

RGR - R6/Codeçais

Convocatória
RGR da Residência Universitária de Codeçais, nº6


A Comissão Provisória informa, que foi marcada uma reunião geral de residentes extraordinária para o dia 28 de Outubro de 2009, pelas 21:00h, na sala adjacente à sala de informática. Caso a hora marcada não hajam pessoas suficientes para se iniciar a reunião, esta iniciar-se-á pelas 21:30h com os elementos presentes.

A ordem de trabalho será a seguinte:
  • Restauração da Comissão de Residentes
  • Organização da Comissão de Eleições
  • Outros assuntos de interesse aos Residentes

Vila Real, 15 de Outubro de 2009
O porta-voz da Comissão Provisória
Luís Ribeiro

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Candidatos a Bolsa de Estudo - DECLARAÇÃO DE HONRA/MATRÍCULA

No presente ano lectivo 2009/2010, a declaração de matrícula que habitualmente era entregue no balcão de atendimento dos SASUTAD, foi abolida. No entanto, verifica-se que a alternativa planeada não está operacional.
Para obviar o problema, optou-se pela elaboração de um modelo – Declaração de Honra/Matrícula – que deverá ser preenchido e entregue nos SASUTAD, com a brevidade possível.
Os estudantes em mobilidade poderão preencher o impresso, digitalizá-lo e remeter para: sasutad@utad.pt.

in Serviços Académicos

sábado, 10 de outubro de 2009

Convocatória- Assembleia Geral

Assembleia Geral

Convocatória

Nos termos da lei e de acordo com a alínea b) do número 1 do artigo 35º dos Estatutos da Associação Académica da UTAD, venho por este meio convocar uma Assembleia Geral Extraordinária que terá lugar na Aula Magna, pelas 20:30h, do dia 15 de Outubro de 2009 com a seguinte ordem de trabalhos:

1.Apresentação da proposta da Direcção de interpretação e integração de lacunas, ao abrigo do número 1 do artigo 91º dos Estatutos da AAUTAD

2.Outros assuntos

Se à hora marcada não estiver reunido o quórum de funcionamento, a mesa da assembleia decidirá, trinta minutos depois, se o número dos presentes é ou não suficiente para que a Assembleia Geral se realize.

Vila Real, 09 de Outubro de 2009

O Presidente da Assembleia Geral

João Magalhães

Comunicado- Revisão Estatutária

Vem a Direcção da AAUTAD informar todos os membros que decidiu proceder à elaboração de um projecto de revisão dos estatutos da Associação Académica, cuja proposta final será oportunamente apresentada a deliberação da Assembleia Geral de Alunos.

O presente processo de revisão tem agora início, prevendo-se que termine até ao final da 1ª quinzena do mês de Novembro.

O curto prazo que agora foi anunciado para a revisão foi fixado de forma a que o acto eleitoral possa realizar-se no último trimestre do ano.

Mais se informa a todos os membros, da possibilidade de poderem apresentar propostas de alteração, devidamente fundamentadas, as quais deverão ser entregues à Direcção da AAUTAD até ao dia 26 do corrente mês.

In AAUTAD


Milhares de estudantes nas ruas















150 mil estudantes saíram esta sexta-feira à rua em várias cidades italianas em protesto contra os cortes na educação e contra as medidas autoritárias do governo italiano. Em Milão, Bolonha, Génova e Roma, as manifestações tiveram grandes dimensões, e a chuva não conseguiu desmobilizar os estudantes, que gritavam: "Párem a Ministra" e “Vamos dar-lhes uma lição!”

Em Milão mais de 20 mil estudantes saíram à rua. Para além de contestar os cortes orçamentais para a educação, gritaram-se também palavras de ordem contra o fascismo, o racismo e o fecho de escolas. Ao som de música punk, os estudantes cantaram pela escola pública contra a privatização, reclamaram bolsas e a retirada dos projectos de lei do Governo italiano sobre estas matérias.

Em Génova estudantes de 30 escolas superiores sairam à rua contra a privatização. À manifestação juntaram-se várias organizações de precários.

Em Roma a Unione degli studenti (União de estudantes), a Rete degli studenti medi (rede de estudantes do ensino médio) e l'Unione degli universitari (União dos universitários) juntaram-se ao protesto dos trabalhadores metalomecânicos e ao sindicato da Fiom-Cgil.















A manifestação sindical tornou-se assim também um protesto contra a ministra da educação, Mariastella Gelmini, e os cortes orçamentais na escola pública. “Vamos dar-lhes um lição” e “Paremos a Gelmini. Sem dinheiro nenhuma reforma” foram algumas das palavras de ordem gritadas. Os estudantes exigiram “fazer imediatamente um inversão de rumo no que respeita as políticas do governo na educação”, e exigiram livros e materiais escolares grátis, cursos de recuperação gratuitos, e “stop ao falso mérito”.


terça-feira, 6 de outubro de 2009

O que a AAUTAD se esqueceu de dizer...


Nos dias 29, 30 e 31 de Maio de 2009 a AAUTAD esteve presente numa reunião do ENDA (Encontro Nacional de Dirigentes Associativos) tal como anunciou a 30 de Maio no seu site (ver aqui o anuncio).

Nessa altura "esqueceu-se" foi de publicar as decisões tomadas no mesmo. Sendo que a 3 de Julho de 2009 o MUTAD, informou a comunidade estudantil da UTAD sobre as mesmas, tendo como fonte de informação o Canal UP (ver aqui).

Entre as decisões tinha ficado decidida, por maioria, uma MANIFESTAÇÃO para Outubro associada a uma campanha de informação a nível nacional, denunciando os problemas do Ensino Superior. As linhas gerais deste protesto ficaram para ser definidas no ENDA de Setembro.

Ora esse ENDA aconteceu no fim de semana de 12 e 13 de Setembro, apesar de a AAUTAD só ter anunciado a sua presença a 18 de Setembro (Sexta-feira seguinte) (ver aqui anuncio).

Mas mais grave é a informação que a AAUTAD se "esqueceu" de fornecer:

O Cancelamento da Manifestação.

Sendo que as desculpas não podiam ser mais "esfarrapadas":

"O calendário eleitoral e as várias recepções ao caloiro levaram os dirigentes associativos a cancelar a manifestação agendada para Outubro, que pretendia alertar a sociedade para os problemas que afectam o Ensino Superior. A decisão foi tomada este fim-de-semana no Encontro Nacional de Direcções Associativas, em Setúbal."
"A proximidade da ida às urnas e o início do ano lectivo estão na base da decisão final. Luís Semedo, presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação e Ciências Empresariais, do Instituto Politécnico de Setúbal (a entidade organizadora) lembra que as medidas recentemente aprovadas pelo Governo não tiveram qualquer peso.
Na verdade, de acordo com o dirigente, os estudantes consideram que as medidas “não foram suficientes” e que foram tomadas “tarde demais”, salienta. O tema ficou, portanto, adiado para a agenda de trabalhos do terceiro ENDA." (Fonte: Universidade da Madeira)

Cada vez mais se comprova que as Associações de Estudantes do Ensino Superior vestem camisolas politicas e não a dos Alun@s Universitári@s.

É urgente uma mobilização dos estudantes universitários contra as medidas tomadas pelo anterior governo maioritário PS/Sócrates e a perpetuação das mesmas neste novo governo ainda que em minoria.

O Terceiro ENDA fica marcado para Dezembro na Universidade do Minho

Reflexão feminista sobre a Educação

O peso social que os estereótipos do feminino e do masculino e a linguagem sexista têm na formação da personalidade das raparigas e dos rapazes faz da educação um lugar privilegiado para o combate às desigualdades de género. É na escola que se inicia o combate à linguagem sexista e a uma ordem simbólica desigual para mulheres e homens.

Apesar das alterações registadas e dos avanços no que respeita à sua democratização, a Escola portuguesa continua a reproduzir, de forma complexa e paradoxal, as hierarquias de poder.
As jovens, que apresentam taxas de sucesso escolar mais elevados que os seus pares masculinos, continuam, no entanto a fazer as escolhas dos cursos com base no género.
A educação afigura-se como um meio fundamental para desconstruir e combater os estereótipos, ao nível dos papéis de género, o que passa pela formação incial e contínua de professoras(es) , educadoras(es), pela escolha de conteúdos programáticos e curriculares que fomentem a paridade em áreas diversas como a literatura, a ciência, a arte, entre outras, combatendo as escolhas de cursos e a orientação profissional estereotipadas.
A educação para igualdade e paridade, é basilar desde o jardim-se-infância, ao nível das brincadeiras dos papéis de liderança, das dinâmicas e jogos, até aos mais altos níveis do ensino superior.
Alguns currículos e manuais escolares continuam a reproduzir as relações de poder, genderizadas, de classe, étnicas e heteronormativas, invisibilizam as mulheres e outros grupos sociais dominados, bem como as suas acções na História e os seus contributos para a elaboração do conhecimento.
É também pela linguagem e na linguagem que se faz a descriminação sexista, homofóbica, classista e racista. Os discursos representam interesses políticos e encontram-se em lutas por estatutos e poder, sendo que a utilização do masculino como universal neutro universal leva à subalternização das jovens.

MANIFESTO FEMINISTA - UMAR

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Sub23@superior.tp


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Ministro contra praxes "fascistas e boçais"


"O ministro da Ciência e Ensino Superior avisou que não vai tolerar abusos nas praxes académicas, denunciando-os ao Ministério Público para responsabilizar quer os seus autores quer as direcções de instituições que permitam que aconteçam.

"Sempre que tenha notícia da prática de ilícitos nas praxes", Mariano Gago ameaça dar "imediato conhecimento ao Ministério Público" e usar "os meios aptos a responsabilizar, civil e criminalmente, por acção ou omissão os órgãos próprios das instituições do ensino superior, as associações de estudantes e ainda quaisquer outras entidades que, podendo e devendo fazê-lo", não tenham feito nada para as evitar.

Numa mensagem enviada aos responsáveis máximos das Universidades públicas e privadas e Politécnicos, o ministro frisa que "a tolerância de muitos tem-se tornado cúmplice de situações sempre inaceitáveis" com danos físicos e psicológicos.

Mariano Gago repudia as "práticas de humilhação e de agressão física e psicológica" com carácter "fascista e boçal" inflingidas aos caloiros no ensino superior, "identificadas ou desculpadas como 'praxes' académicas".

Pela "extraordinária gravidade" de algumas destas práticas, impõe-se "uma atitude de responsabilidade colectiva" que "não permite qualquer tolerância" com "insuportáveis violações do Estado de Direito" no meio académico.

Recusar ser 'praxado' sem perder direitos

"A degradação física e psicológica dos mais novos como rito de iniciação é uma afronta aos valores da própria educação e à razão de ser das instituições de ensino superior e deve ser eficazmente combatida por todos: estudantes, professores e, muito especialmente, pelos próprios responsáveis das instituições", defende o governante.

Os responsáveis pelas instituições não devem disponibilizar, directa ou indirectamente, "recursos materiais ou outras facilidades" para a realização de praxes, mas "intervir de forma activa" junto dos novos estudantes, especialmente os deslocados, e dizer-lhes "com clareza" que podem recusar participar nas praxes sem recear perder direitos, recomenda Mariano Gago.

Quanto às associações de estudantes, cabe-lhes promover "uma verdadeira integração na comunidade académica" e recusar acolhimento ou apoios a acções que "põem objectivamente em causa" a "liberdade e a dignidade humana".

Mariano Gago recordou que a lei que rege as instituições de ensino superior estipula sanções - que podem ir da advertência à expulsão - para actos de "violência ou coacção física ou psicológica" sobre estudantes cometidos nas praxes.

O ministro recebeu na semana passada os responsáveis do Movimento Anti-Tradição Académica, que no domingo divulgou que a Universidade Lusíada de Famalicão vai pagar uma indemnização de 90 mil euros à família do jovem universitário que terá morrido na sequência de uma praxe académica."

In Expresso (28-09-2009)

Menos vagas preenchidas nos Politécnicos na primeira fase de colocação de alunos


"Mais de metade dos 15 politécnicos públicos diminuíram este ano a percentagem de vagas preenchidas na primeira fase de colocação de alunos no ensino superior. Ao contrário que acontece nas universidades, cinco ficaram mesmo com, pelo menos, 40 por cento dos lugares por ocupar.

Segundo os resultados da primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, comparativamente com 2008, oito politécnicos diminuíram a percentagem de preenchimento das suas vagas, três mantiveram e os restantes quatro registaram um aumento.


Em 2008, os politécnicos abriram 20.191 vagas, tendo sido colocados na primeira fase 16.049 estudantes, o que representa uma taxa de colocação de 79,5 por cento. Este ano, foram colocados a concurso mais 531 lugares (20.722), mas entraram apenas mais 154 estudantes (16.203), o que provocou uma descida de pouco mais de um ponto na percentagem de colocação: 78,2 por cento.

Já nas 13 universidades públicas, esta taxa é superior a 90 por cento em onze instituições e é de 82 e 85 por cento nas restantes. Por outro lado, sete subiram a percentagem de vagas preenchidas, quatro desceram e uma apresenta o mesmo valor.

No topo dos institutos politécnicos públicos com a taxa de colocação mais elevada surgem, à semelhança de 2008, os de Lisboa e Porto, com 98 por cento, seguido do do Cávado e Ave, com 91 por cento.

A mais baixa taxa de colocação foi registada no Politécnico do Tomar, com 48 por cento, seguido do da Guarda, com 53 por cento. Em 2008, também estas duas instituições registavam os piores dados, apesar de nas posições inversas.

No total, cinco politécnicos - 33 por cento - registaram uma taxa de colocação na primeira fase abaixo dos 60 por cento.

Já nas 13 universidades públicas, esta taxa é superior a 90 por cento em onze instituições e situa-se entre 82 e 85 por cento nas restantes. Por outro lado, sete subiram a percentagem de vagas preenchidas, quatro desceram e uma apresenta o mesmo valor.

Quanto aos maiores tombos na taxa de colocação, o Politécnico de Beja verificou uma descida de oito pontos percentuais, passando de 66 para 58 por cento, apesar de ter aberto o mesmo número de lugares (655).

Segue-se o Politécnico de Setúbal, com uma quebra de seis pontos - 80 por cento em 2008 e 74 em 2009 -, tendo oferecido mais 25 lugares, e o de Tomar, que desceu igualmente seis pontos percentuais (54 para 48 por cento).

A maior subida foi registada no Politécnico do Cávado e Ave, mais seis pontos, passando de 85 para 91 por cento, sendo que abriu mais 98 vagas.

Segue-se o Politécnico da Guarda, que passou de 48 para 53 por cento (mais cinco pontos), o que lhe valeu passar ao de Tomar o trono da instituição com a taxa de colocação mais baixa.

Dos 45.277 alunos colocados na primeira fase, 43 por cento entraram num instituto politécnico, um valor semelhante ao de 2008."

In Público (04-10-2009)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Conselho de Veteranos anuncia nomeação do Novo Veneravel Ancião

"Foi nomeado, ontem, em Conselho de Veteranos o novo Venerável Ancião, responsável máximo da Praxe na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Ele é João Pedro Vagaroso, e é estudante da UTAD em Chaves. Foi informalmente apresentado à Academia na escadaria da Câmara Municipal de Vila Real, pelo agora Ermita e Ex-Venerável Ancião, Paulo Rosa Santos.

Na próxima quarta-feira, o Venerável Ancião, presidirá à sessão de boas-vindas com os Caloiros na Aula Magna da UTAD."

in Universus

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Novas Regras para Bolseiros e Residentes

Para este ano lectivo de 2009/2010 os alunos bolseiros deixam de poder fazer retenção do valor de propina na bolsa, passando a receber esse valor e posteriormente, a ter de pagar as propinas à UTAD.

O mesmo se verifica com os alunos das residências universitárias que deixam também de poder fazer retenção do valor do quarto na bolsa e a ter que pagar o quarto até o dia 8 de cada mês o valor de € 63,90, como se pode ler no site dos SASUTAD.

Avisa-se também a já não necessária e penosa tarefa, do candidato a bolsa ter que entregar o certificado de matricula (aquele papel que pedíamos à UTAD para certificar que estamos matriculados na UTAD, para depois entregar à UTAD a comprovar que estamos matriculados na UTAD).

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Inicio do Ano Lectivo 2009/2010

A UTAD já definiu o calendário escolar para este ano lectivo.

O primeiro semestre começa a 14 de Setembro e termina a 18 de Dezembro.

Mas as surpresas não param por aqui.

No mesmo dia, 14 de Setembro começam as matriculas que decorrem até dia 30 do mesmo mês. Sendo que depois de dia 30, o serviço será fechado e não se aceitam mais matrículas.

A dúvida é: "Como serão os alunos capazes de iniciar o ano lectivo sem saberem os horários? e os professores sem saber o número de alunos inscritos nas unidades curriculares? Como serão capazes de fazer os horários e as distribuições das salas sem saberem o número total de alunos inscritos?

Resposta: "Não são!"

Este é mais um triste exemplo da ineficácia dos nossos serviços. Esperamos que o Ano não corra nos mesmos modos que começou.


terça-feira, 8 de setembro de 2009

Aviso Matriculas de 2ºCiclo

Matrículas - 2º Ciclos

Prazos – 7 a 11 de Setembro

Para os Cursos que durante aquele período, a seriação dos candidatos esteja feita.

Se se registar algum atraso, os candidatos serão avisados da nova data de matrículas, através de aviso publicado na página dos Serviços Académicos.


Documentos necessários à matrícula

- Fotocópia do Bilhete de Identidade

- 3 Fotografias

- Vacina do Tétano actualizada

- 20 € pagos por Multibanco ou cheque

- 400 € referentes à 1ª prestação de propinas, pagos por Multibanco


Mais informações em Serviços Académicos

Desemprego de jovens qualificados é mais alto em Portugal


Os jovens universitários portugueses são mais afectados pelo desemprego de longa duração do que a média dos universitários desempregados nos restantes países da OCDE. A constatação é válida também para os jovens desempregados que não completaram o ensino secundário, segundo o relatório “Education at a Glance”, que foi ontem divulgado e que é mais vasta compilação de dados sobre os sistemas educativos daquele espaço económico composto por 30 países.

Trabalhando com dados de 2007, o relatório mostra que o desemprego de longa duração afecta 51 por cento dos desempregados portugueses com diploma universitário e idades entre os 25 e os 34 anos. Na média dos países da OCDE, esta taxa é de 42 por cento.

Se a comparação for entre os desempregados da mesma faixa etária mas com qualificações abaixo do ensino secundário, o peso do desemprego de longa duração sobe: é de 61 por cento em Portugal, contra os 55 por cento da média dos países da OCDE.

Em Espanha, o peso do desemprego de longa duração entre os jovens desempregados da mesma faixa etária é bastante menor: 42 por cento para os desempregados sem o ensino secundário e 39 por cento para os detentores de diploma universitário. Entre 2003 e 2007, Espanha conseguiu, aliás, diminuir em quase nove pontos percentuais o desemprego de longa duração naquelas idades (não há dados comparativos relativamente a Portugal). De toda a maneira, Portugal está longe de ser o mais mal colocado na tabela. Em pelo menos nove países, o desemprego de longa duração ensombra mais de 50 por cento dos desempregados com formação universitária. E está acima dos 60 por cento em países como a Grécia, a Polónia e a Turquia.

Na média dos países da OCDE, o desemprego entre os mais qualificados tendeu a baixar relativamente ao resto da população. Aliás, ter o secundário completo reduz em 6,7 pontos percentuais o risco de desemprego para quem tiver entre 20 e 24 anos. “A ausência do ensino secundário completo é claramente um impedimento sério na obtenção de um emprego”, reforçam os autores.

Contudo, uma vez no desemprego, os jovens nem sempre conseguem o retorno daquilo que investiram na educação. “O benefício da educação na procura de emprego por parte de um desempregado tornou-se menos claro”, lê-se.

Superior com mais 7,5%

Em termos gerais, e na média da OCDE, um jovem que em 2007 tivesse 15 anos podia contar com sete meses de desemprego nos anos vindouros e mais 1,3 anos sem trabalhar nem estudar. No caso de países como Portugal (mas também França, Grécia, Polónia...), o período expectável de desemprego é de mais de um ano. Como nos anos que se seguem “as taxas de desemprego devem ultrapassar os 10 pontos percentuais em muitos dos países da OCDE”, os ganhos potenciais que cada um perde por estar a estudar em vez de a trabalhar “serão em muitos casos próximos do zero”. Logo, estes são “tempos excelentes para investir na educação”.

Portugal continua, porém, a integrar o grupo de países com maior percentagem de jovens desempregados em idade escolar (15-29 anos). Em 2007, a situação afectava 7,8 por cento dos jovens, contra os 4,9 por cento da média dos países da OCDE. Porque datados de há dois anos, estes dados não espelharão ainda o programa Novas Oportunidades que o Governo lançou em Dezembro de 2005 com vista a alargar o referencial mínimo de formação até ao 12.º ano de escolaridade.

O relatório aponta Portugal como o único país da OCDE que não registou um aumento, entre 1995 e 2007, na frequência do sistema de ensino por parte dos jovens entre os 20 e os 29 anos, ou seja, com idade para frequentar a universidade. Ao contrário, a percentagem desceu de 22 para 21 por cento. Na média da OCDE, a adesão daqueles jovens à universidade aumentou de 22 para 25 por cento. A Grécia registou aqui um aumento de 14 pontos percentuais. A República Checa, a Finlândia, a Polónia e a Suécia também registaram melhorias da ordem dos 12 por cento.

Tal não significa, porém, que a frequência da universidade tenha diminuído “tout court”. Ao contrário, entre 1998 e 2006, o número de alunos entre os 25 e os 64 anos no ensino superior aumentou 7,5 por cento em Portugal. A OCDE registou um aumento médio de apenas 4,5 por cento.

Na faixa etária dos 15 aos 19 anos, o cenário em Portugal melhorou e muito. A frequência da escola naquelas idades subiu quase dez pontos percentuais, de 68 para 77 por cento. Ainda assim, abaixo da média da OCDE, onde 82 por cento dos jovens naquelas idades estavam, em 2007, matriculados na escola. Uma diferença que tenderá a atenuar-se nos próximos anos, já que, a partir deste ano lectivo, a escolaridade obrigatória em Portugal irá até aos 12 anos de escolaridade ou até aos 18 anos de idade.

Privado pesa 13,5%

Um dado curioso é que o ensino privado pesa mais em Portugal do que na média da OCDE em todos os graus de ensino. + No primeiro ciclo do ensino básico, o privado representa 8,5 por cento (2,9 por cento na OCDE). No terceiro ciclo, o peso do privado baixa para os 5,5 por cento (3 por cento na OCDE), voltando a subir no secundário para os 13,5 por cento (5,3 por cento na OCDE). Só no México e no Japão, e nalguns graus de ensino nos Estados Unidos, é que o sector privado tem mais peso do que em Portugal.

Os portugueses são, entre os alunos dos países da OCDE, dos que passam mais tempo na sala de aula: 889 horas por ano, no caso das crianças entre os sete e os oito anos de idade (790 na média dos países da OCDE). Esta relação inverte-se, se atentarmos nas crianças com 15 anos: se forem portuguesas, passam 872 horas/ano na sala de aula, contra 966 horas/ano na média dos países da OCDE. Apesar disso, Portugal continua no no 5.º e 6.º anos a ser o país que menos tempo dedica ao ensino da língua, da Matemática e das Ciências.

Na média da OCDE estas três disciplinas pesam 47 por cento no currículo obrigatório. Em Portugal, pesam apenas 36 por cento. No caso concreto da língua e da literatura, esta ocupa apenas 15 por cento do currículo, enquanto na OCDE o peso é de 23 por cento (25 por cento na média da União Europeia a 19).

in Público

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

UTAD - Nova Tabela de Emolumentos

O despacho nº19663/2009 delibera a nova Tabela de Emolumentos, também conhecida como Tabela de Lucros Eventuais.

O agravamento é de quase 1 euro em todos os valores.

A deliberação foi do Conselho de Gestão, de 22 de Julho de 2009 tendo em consideração a taxa de inflação dos anos de 2005 a 2008 e as múltiplas inovações introduzidas, nos últimos anos, pelo Processo de Bolonha no sistema de ensino superior português.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

UTAD| Desviados Milhares de Euros

"Auditorias sectoriais mostram irregularidade das contas e já levaram à abertura de seis processos disciplinares e à suspensão de duas funcionárias. Administração vai fazer auditoria geral à instituição.

Vária dezenas de milhares de euros foram desviados na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, revelam as auditorias sectoriais realizadas na Academia desde o início do ano. Foram já suspensas duas funcionárias, sobre as quais pendem seis processos disciplinares e contra as quais foi apresentada queixa na semana passada ao Ministério Público.

Em declarações ao DN, a administradora executiva da Universidade, Elsa Justino, anunciou que vai realizar uma auditoria geral a toda a Academia, depois de várias auditorias sectoriais realizadas desde o início do ano terem detectado irregularidades nas contas.

Uma delas na Secretaria de Alunos, onde uma funcionária com catorze anos de casa é acusada de ter lesado a Universidade através de um esquema de recibos falsos.

Segundo o DN apurou, no pagamento pelos alunos de certidões, diplomas e outros documentos, o recibo original entregue ao estudante tinha a importância cobrada. Mas a cópia para os serviços seria de valor inferior, ficando a funcionária com a diferença.

A funcionária foi suspensa em Abril por 90 dias por "conduta menos própria", pendendo sobre ela outros processos disciplinares ainda em investigação.

Para saber qual é exactamente o valor em falta, Elsa Justino dirigiu, em Maio, a todos os alunos da Academia, um e-mail a que o DN teve acesso, onde informa que os auditores da Deloitte & Associados estão a proceder a um trabalho de revisão de procedimentos de controlo interno. Nesse e-mail é-lhes pedido que enviem "os vossos recibos originais relativos a qualquer serviço solicitado nos serviços académicos da universidade, que vos tenham sido entregues entre os anos de 2005 e 2009".

A administradora confirmou também ao DN que a auditoria realizada ao Hospital Veterinário da Universidade revelou mais irregularidades que levaram à suspensão, há cerca de um mês, de uma funcionária com mais de dez anos de casa.

Neste caso, a desconfiança recai na subtracção de verbas aos cofres da Universidade por serviços prestados naquele Hospital. Neste caso, seriam desviadas sobretudo as importâncias pagas em dinheiro, mas nas quais não era solicitada factura.

Segundo a administradora da UTAD foi a não concordância dos inúmeros serviços prestados pelos vários sectores da Universidade e as receitas obtidas que desencadeou o processo.

A investigação "vai prosseguir, pois queremos total transparência", assegurou a responsável. A administração vai também modificar o sistema de controlo e contabilidade "que durante muitos anos foi feito manualmente".

Um dos sectores também em investigação é o avícola, onde a comercialização, principalmente dos ovos das galinhas, não terá ao longo dos anos rendido aos cofres da Universidade aquilo que deveria. A auditoria está ainda no início.

O DN apurou que são vários os sectores onde se torna necessário agir. Neste momento está a decorrer um concurso público para aquisição de um sistema de controlo da assiduidade através da inserção da impressão digital, que deverá entrar em funcionamento até ao fim do ano, para realmente se verificar quais os funcionários que cumprem o horário, pois chegou-se à conclusão que muitos deles apenas ali compareciam na Universidade de vez em quando.

Ainda segundo Elsa Justino, todos os sectores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro vão ser passados a pente fino. A Universidade terá de funcionar como uma Academia Moderna, sendo necessário para isso um controlo absoluto sobre todos os sectores, defendeu."

Fonte: DN

Noticia de 24/06/2009 in Universia

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Assembleia Geral de Alunos | Hoje 15 de Julho

"Realiza-se hoje uma Assembleia Geral de Alunos Ordinária, convocada pela direcção da AAUTAD.

Na ordem de trabalhos está a "apreciação e aprovação do plano de actividades e orçamento para 2009".

Apesar de ser uma altura pouco indicada para a realização da RGA, uma vez que os alunos estão em época de exames, a direcção da AAUTAD esclarece que os estatutos assim o obrigam.

AAUTAD apela a todos os alunos da academia a estarem presentes na Assembleia Geral, para ficarem a conhecer e votar o plano de actividades e orçamento.

A Assembleia Geral está marcada para as 21H30, na Aula Magna da UTAD."


In AAUTAD

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Prazos impedem alunos de entrar no superior em Espanha

Aqui está mais um exemplo de como a tão apregoada "mobilidade" ,principalmente depois do Processo de Bolonha, pode facilmente ser bloqueada com uma simples mudança de calendário.

Notícia no Público
O calendário escolar espanhol é diferente do português e quando no país vizinho acabam as pré-inscrições para a universidade por cá ainda não se sabem os resultados dos exames nacionais do secundário. A diferença - de apenas um dia, em muitos casos - impede centenas de estudantes de rumarem a Espanha.

Esta situação é especialmente significativa em cursos como Medicina, com médias mais elevadas em Portugal. A solução para os portugueses, disse ao PÚBLICO fonte da Universidade de Santiago de Compostela, é esperarem um ano ou optarem por uma licenciatura sem limite de vagas.

O problema surgiu no ano passado, quando a Selectividad (exame que dá acesso à universidade em Espanha) deixou de ser obrigatória para os alunos de outros países ingressarem no ensino superior espanhol. Caso os alunos não se submetam a este exame, que se realiza em Junho, o único factor em jogo passa a ser a média do ensino secundário - um resultado que não chega a tempo por causa das datas em que se realizam os exames nacionais. Esta é normalmente a opção dos portugueses, por terem em geral no ensino secundário médias mais elevadas do que na Selectividad.

Além das notas do secundário, os estudantes precisam de um certificado da Direcção-Geral do Ensino Superior com a média de entrada dos cursos de Medicina em Portugal. O documento pode demorar uma semana a ser emitido e tem depois de ser traduzido e enviado para a Universidade Nacional de Ensino à Distância, em Espanha. É lá que é que feita a conversão das notas para o sistema espanhol, que é cotado de zero a dez e não de zero a 20, como em Portugal.

Em Espanha, na maioria das universidades com Medicina, os prazos terminaram na passada segunda-feira, dia 6 de Julho. Em Portugal, os resultados da primeira fase das provas nacionais foram publicados dia 7. Mesmo que tivessem saído uns dias antes, a morosidade para obter toda a documentação bloquearia o processo.

Muitos alunos portugueses acreditam que a mudança foi feita para evitar que as vagas de cursos requisitados fossem ocupadas por aqueles que, ao não entrarem nas universidades portuguesas, por a média ser mais elevada, rumam a Espanha, onde a média de Medicina não chega aos 17 valores e onde a língua não é uma barreira. As queixas e desabafos multiplicam-se, por exemplo, no site exames.org.

Esta desconfiança foi negada ao PÚBLICO pela Consejería de Educación da Embaixada de Espanha em Lisboa, que assegurou que em termos de calendário "não houve nenhuma mudança" e que o fim da Selectividad obrigatória corresponde à "uniformização do ensino europeu". Por outro lado, "a anterior prova exigida implicava um maior domínio da língua espanhola", altura em que muitos portugueses ficavam afastados por terem notas mais baixas. E estes podem continuar a fazer a Selectividad se desejarem, lembra a embaixada.

No ano passado, em Santiago de Compostela (Galiza), mais de 100 das 350 vagas de Medicina foram preenchidas por portugueses - um número que levou muitos pais de alunos espanhóis a protestarem. Porém, apesar dos protestos, o reitor rejeitou a ideia de colocar quotas no curso.

Cerca de seis por cento dos médicos portugueses que, no ano passado, se inscreveram na Ordem tiraram o curso no estrangeiro, quase metade em Espanha. Isto numa altura em que mais de 1200 portugueses estudam Medicina fora (700 em Espanha). Galiza, Salamanca, Granada e Badajoz são os destinos preferidos. O regresso a Portugal é burocrático e muitos acabam por não voltar, apesar de o Ministério da Saúde estar a estudar a hipótese de trazê-los de volta para colmatar as falhas no Serviço Nacional de Saúde. A assessora da ministra da Saúde, Joana Réfega, adiantou que "estão a decorrer negociações com estudantes portugueses, especialmente em Espanha e na República Checa".

Esta aposta é bem vista pelo bastonário da Ordem dos Médicos. Pedro Nunes ressalva, contudo, que devem regressar com o curso completo e entrar "em igualdade de circunstâncias" com os que frequentaram as universidades portuguesas.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Luta universitária noutros países

Alemanha: Educação em Greve
Várias universidades foram acupadas em cerca de 15 cidades da Alemanha. Muitos edifícios foram ocupados, várias entradas de edifícios foram bloqueadas por estudantes. Dia 17 de Junho, 260.000 jovens, pais, estudantes e professores ocuparam as ruas de mais de 70 cidades alemãs em protesto contra o sistema de educação, reivindicando mais investimento financeiro, melhores condições de trabalho, contra o aumento das propinas e exigindo qualidade no ensino nas universidades onde agora os estudantes “nada aprendem”. Em Berlim uma enorme manifestação de 30.000 pessoas começou na Praça Alexander e terminou na Universidade de Humboldt que foi invadida por estudantes e simbolicamente coberta de papel higiénico.

10 anos do Processo de Bolonha – Estudantes de Belgrado!
Na Sérvia, o Processo de Bolonha trouxe um enorme aumento das propinas, implantou o caos no sistema e empobreceu os currículos pedagógicos. Para o 10.º aniversário da Declaração de Bolonha, os estudantes universitários organizaram um espectáculo intitulado “Qual é o preço do conhecimento?” realizado na principal rua de Belgrado.

Justiça para os empregados de limpeza da SOAS – Parem as deportações!
Empregados de limpeza da universidade que viviam com o ordenado mínimo foram detidos. Estudantes e aliados da Universidade de Londres e a Escola de Estudos Orientais e Africanos (SOAS) ocuparam a universidade para protestar contra os ataques contra os trabalhadores imigrantes. www.freesoascleaners.blogspot.com


Universidade de São Paulo em Greve - Brasil

120 professores, cerca de 1200 estudantes e funcionários da universidade foram agredidos e atacados com gás lacrimogéneo na Universidade de São Paulo. Tudo começou quando há mais de 40 dias, os funcionários da USP entraram em greve, principalmente por aumentos salariais e pela readmissão de um dirigente sindical do Sintusp (sindicato que representa este sector), demitido por razões dúbias que indicam perseguição política.
Decorrente desta luta, no dia 1 de Junho no campus da universidade estabeleceu-se um corpo da Polícia Militar (PM) com o objectivo de demover a greve. Foi contra esta situação, que contraria os princípios históricos da USP de não permitir a presença de polícia no campus, que no dia 9 de Junho os estudantes, os funcionários e os professores, realizaram de forma pacífica uma concentração conjunta na USP. Nesta, a reitora Suely Vilela, mandou a PM reprimir os manifestantes tendo havido vários feridos das bombas e balas de borracha, dos cassetetes e do gás lacrimogéneo utilizados. Como consequência, os professores e os estudantes, em assembleias por todos os cursos, aprovaram a adesão à greve, exigindo a imediata retirada da PM do campus, a demissão da reitora Suely Vilela e eleições directas para reitor.
Este conflito insere-se também no contexto de lutas contra a privatização do ensino superior público, que no Brasil é ainda gratuito.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Sócrates propõe criar 5 mil estágios profissionais por ano na função pública

"O secretário-geral socialista, José Sócrates, propôs hoje a criação de cinco mil estágios profissionais por ano na administração pública, considerando que a promoção de estágios é também uma obrigação do Estado.
Falando perante cerca de 700 jovens, durante uma sessão do Fórum Novas Oportunidades dedicada aos mais novos, o primeiro-ministro avançou com duas ideias para a juventude, começando por defender que não apenas as empresas, mas também o Estado tem obrigação de promover os estágios profissionais.
"Podemos e devemos, como ideia inspiradora para um país que dá mais oportunidades aos jovens, ter um sistema de estágios na administração pública que dê oportunidade a mais cinco mil jovens por ano. Deve ser esta a nossa ambição, deve ser este o nosso objectivo", defendeu.
Por outro lado, acrescentou, é também "dever dos socialistas elaborarem um programa que contenha medidas que permitam mais justiça social nos acessos ao programa Erasmus e no acesso à mobilidade dos estudantes no ensino superior". Por isso, acrescentou, "podemos e devemos" melhorar o sistema de mobilidade internacional dos jovens que estão a estudar no ensino superior.
"O país beneficia com isso", salientou, enfatizando a necessidade do Estado "ajudar aqueles que mais precisam a ter uma primeira experiência ao nível internacional no ensino superior". "Podemos fazer uma série de medidas que permitam que no acesso à mobilidade internacional possamos ter mais justiça social", acrescentou, sem contudo concretizar a que medidas se referia."

Noticia em PUBLICO.PT

Sócrates anuncia aumento de bolsas e redução do preço do passe social para universitários

"O Governo vai promover um aumento extraordinário de 10 por cento de todas as bolsas de acção social escolar no ensino superior, anunciou hoje o primeiro-ministro José Sócrates na Assembleia da República. A medida vai beneficiar um em cada cinco estudantes, num universo de 73 mil alunos.
Para os bolseiros deslocados, o aumento será de 15 por cento, acrescentou Sócrates, na intervenção inicial do debate quinzenal.
Outra medida anunciada é o alargamento do apoio do passe escolar aos jovens até aos 23 anos. Será uma redução de 50 por cento para os estudantes do ensino superior, qualquer que seja a instituição, pública ou privada.
Ambas as medidas entram em vigor em Setembro.
Sócrates garantiu ainda que não vai haver qualquer aumento do preço mínimo das refeições e do preço de alojamento. E anunciou o lançamento, em colaboração com os municípios, um programa de reforço do investimento, em regime de concessão, em residências universitárias.
As medidas, reconheceu Sócrates, representam um encargo para o Orçamento de Estado, mas sublinhou que “não são uma despesa supérflua ou inútil”. “Pelo contrário são investimento na qualificação no capital humano que é a maior riqueza de um país”, frisou."

Notícia por Sofia Rodrigues in PUBLICO.PT


Pólos da UTAD e Provedor do Estudante discutidos em Conselho Geral

"O Conselho Geral da UTAD esteve reunido no passado sábado, tendo decidido, entre outras coisas, o futuro dos Pólos de Miranda do Douro e Chaves.

Como se sabe, o Pólo de Miranda do Douro não irá receber mais alunos dos primeiros e segundos ciclos, uma vez que os dois cursos lá leccionados serão transferidos para Vila Real, mas o Conselho Geral está a analisar a possibilidade de manter a UTAD presente naquela cidade, através de outras actividades, como pós-graduações, ou cursos de especialização e até investigação.
Quanto ao Pólo de Chaves, o Conselho Geral acredita nas potencialidades da manutenção e desenvolvimento da presença da UTAD na cidade flaviense.
Outra das questões que ficou clarificada no Conselho Geral da UTAD, foi a situação do Provedor do Estudante. José João Bianchi tinha sido eleito para assumir este cargo, mas levantaram-se algumas questões jurídicas, que ficaram esclarecidas neste conselho geral, através de um parecer do departamento jurídico da UTAD, dando como legal a eleição de José João Bianchi .

Luís de Matos, representante dos alunos da UTAD no conselho geral, e também presidente da direcção da AAUTAD, considera "muito bom" para os estudantes que, finalmente esta situação esteja "resolvida", uma vez que "é de todo o interesse dos alunos desta academia que o provedor do estudante comece a exercer o cargo o mais rapidamente possível"."


In AAUTAD

sábado, 27 de junho de 2009

Onde está o Provedor de Estudante????


Esta tem sido a questão que muitos alunos da UTAD tem colocado nos últimos tempos.

Eleito no passado dia 4 de Abril, o professor José Bianchi tornou-se o provedor dos estudantes, deixando para trás o seu mandato no Conselho Geral.

Após algumas tentativas de contacto com o mesmo por parte de alguns alunos da universidade, a localização do nosso provedor tornou-se um mistério que muito nos custou a desvendar.

Sabe-se agora que, não há provedor.


Segundo o que o MUTAD conseguiu apurar a eleição do provedor foi contestada, por se tratar de uma eleição em condições ilegais e constitucionalmente inválidas.
Os motivos são inúmeros, e vão desde a incompatibilidade de cargos a uma eleição sem igualdade de oportunidades.
Assim se conclui que o Conselho Geral votou para Provedor um dos seus membros em plenitude de funções, não tendo este se demitido ou suspendido o mandato tal como novos estatutos da UTAD assim determinam.
Falta grave, foi também não só o voto por parte do professor José Bianchi na sua própria eleição, mas também na sua própria designação.
Entendemos assim que foram violados os deveres de imparcialidade, e abertas questões sobre a honestidade e envolvimento de factores pessoais por parte do Conselho Geral.

Hoje, 27 de Junho de 2009, o Conselho Geral encontra-se reunido para debater esta e outras questões.

Atentos a esta questão e a aprovação dos estatutos do Conselho Geral, que irá hoje ser realizada, o MUTAD não pode deixar de ficar indiferente a falta de transparência que este orgão de gestão tem demonstrado perante toda a academia.



quarta-feira, 17 de junho de 2009

Profissões não se ajustam à qualificação

Proporção de trabalhadores com ensino secundário ou superior em profissões não qualificadas passou de 3% para 9% em dez anos.

O aumento generalizado da qualificação da população portuguesa não tem, aparentemente, um reflexo nas profissões exercidas, conclui um estudo ontem divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

A proporção de pessoas qualificadas em profissões que exigem tarefas simples e esforço físico aumentou de forma expressiva na última década. 3,4% dos trabalhadores de profissões não qualificadas - dos serviços, da construção ou da indústria -tinham, em 1998, o ensino secundário ou superior. A percentagem sobe para 9,2% em 2007.

"A qualidade de acesso ao mercado de trabalho pressupõe a obtenção de um emprego compatível com as habilitações académicas detidas", explicam os economistas do INE.

O Retrato Territorial de Portugal 2007, ontem divulgado, revela ainda que o "desajustamento" verificado nas profissões pouco qualificadas se ampliou em todas as regiões, tendo mais do que triplicado no Norte e em Lisboa. O Algarve é um caso mais expressivo, com a proporção a aumentar sete vezes, para 14,1%.

Depois, o INE faz a análise inversa, a partir da descrição das qualificações dos quadros superiores da administração pública, dirigentes e quadros superiores de empresa. Em 1998, 45% dos profissionais deste grupo - responsáveis pela aplicação da política governamental ou da empresa - tinham habilitações iguais ou inferiores ao 1.º ciclo do ensino básico. Em 2007, passam a representar 29% do total (ver caixa). Alentejo e Madeira registaram os maiores progressos.

Já no caso dos especialistas das profissões intelectuais e científicas, verifica-se uma maior convergência entre o tipo de qualificação exigida e o nível académico dos respectivos empregados, com a proporção de licenciados a aproximar-se dos 100%.

"Esta evolução revela um aumento generalizado da qualificação da população sem aparente reflexo entre as profissões exercidas", concluem. Os Açores apresentam o menor grau de desajustamento e o Algarve o maior.

Fonte: DN
 
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